Ontem, em conversa com amigos e sobre o que as pessoas dizem ou fazem durante o sexo, fiquei a saber que há quem goste de dizer palavrões durante o acto e outros que não gostam. Como sou uma rapariga que sempre foi boa com as palavras e que gosta de partilhar conhecimentos, deixo-vos aqui umas alternativas eruditas aos palavrões sexuais para usarem em 2008 abundantemente! 🙂
Adoro o teu car****!
—> Adulo o teu órgão genital!
Estou com tes**!
—> Tenho o meu membro distendido!
Apalpa-me as mamas!
—> Indaga-me os meus órgãos glandulares proeminentes!
Quero-te comer o c*!
—> Desejo saborear o teu pódice!
Posso fazer-te um b*****?
—> – Permites-me linguarejar o teu falo?
—> – Autorizas-me a musicar a tua gaita?
Vou-te fazer um m*****!
—> Vou sorver o interior dos teus lábios inferiores!
Anda cá dar o teu naco!
—> Devota-me a tua vagina!
F***-me
—> Por favor, podes perscrutar-me?
—> Vamos copular?
—> Vamos unir o meu membro erecto na elasticidade das tuas paredes vaginais?
Espor**-me!
– Deixa-me ser o receptáculo do teu esperma!
E pronto, depois deste post, penso que o meu blogue vai ser bloqueado pela maioria dos filtros electrónicos… Despeço-me de 2007 com muita amorizade e desejo-vos um ano de 2008 muito erudito a nível sexual, pelo menos! Usem uma cábula para não se esquecerem dos termos! E sejam felizes!
My all time favourite book is the litlle prince and It was great to see it on a musical at Rivoli theatre at Oporto.
O meu livro favorito de sempre é o principezinho e foi óptimo ver o musical no Rivoli. Recomendo a toda a gente. Levem as crianças. É só uma hora e por isso não ficam irrequietas!
No dia de Natal, levantei-me então de madrugada para tratar do Gaspar! Eram cerca das 7h30. Tirei-o do banho de beleza que incluía laranjas, limões, especiarias variadas e até um pau de canela.
Depois, deixei-o a escorrer e fui fazer o picado. Cortei a carne aos bocadinhos e as variadas carnes frias, as ameixas e os alperces secos, com a ajuda da minha grande amiga Claudia aka Ponto Azul
Entretanto, fui buscar a picadora ao armário e comecei a picar tudo. Primeiro problema: não picava! Segundo problema: começa a cheirar a queimado e damo-nos conta que a picadora estava a deitar fumo!!! Deitou-se a picadora ao lixo que tralha já há que chegue aqui em casa e lembramo-nos da varinha mágica para remediar a situação. Terceiro problema: fazia barulho mas a varinha mantinha-se impávida e serena! Desisti então de enfiar o picado no rabo do Gaspar e lá foi ele fazer sauna assim ao natural para dentro do forno… durante várias horas.
Passado algum tempo, descascamos as batatas que nos tinham sido recambiadas como: – Estas batatas são muito boas!!! Algumas estavam podres por dentro. Lixo! Juntámos as batatas ao peru para assarem. Quis fazer arroz para acompanhar pois havia crianças no almoço que preferem arroz a batatas. Quarto problema: a placa não funcionava por causa do calor do forno.
Passado mais algum tempo, fomos salpicando o Gaspar com vinho branco e virando-o para ele não se queimar. As batatas ao fim de muitos minutos não assavam. Os meus pais chegaram com a picadora deles e eu decidi fazer o picado à parte. Preparei tudo e pus no forno a assar juntamente com as batatas e o Gaspar.
Por volta das 13h, o Gaspar estava pronto a ser apresentado aos ilustres convidados da minha imensa mansão. Liguei-lhes pelos telemóveis para virem do quarto nº 100 até à sala de jantar 😆 e servi finalmente o almoço. O Ambrósio estava de folga, tive que ser mesmo eu! Quinto problema: as castanhas e as cenourinhas estavam quase queimadas mas as batatas continuavam semi-cruas ao fim de várias horas…
Não sou nenhuma decoradora de pratos, por isso coloquei o Gaspar assim mesmo na mesa.
Comemos o peru, o picado, as castanhas e as cenourinhas bebé enquanto as batatas continuavam sozinhas no forno a assar. Já no final da refeição, à hora da sobremesa, os cornos, perdão! as batatas ainda estavam semi-cruas…
Vieram então as sobremesas tradicionais como o pão de Ló, o bolo-rei, a aletria, formigos e ainda uma coisa nova que experimentei fazer chamada mousse de chocolate com chocolate branco e manga. E estava uma delícia!!! Prometo publicar foto e receita logo que possível.
E pronto, assim acabou a minha aventura de Natal com o Gaspar. Para o ano há mais. Talvez com o Belchior ou o Baltazar, quem sabe?
Mas será que não se fala em mais nada estes dias? Pois, eu sei, tema repetitivo, mas vão ter que levar com ele também neste blogue.
Este ano, sou eu que vou cozinhar na véspera de Natal (o famoso bacalhau cozido com batatas) e também no próprio dia. Este ano, para ser diferente, decidi fazer Peru recheado pela primeira vez. Pensei que o pessoal ia gostar de uma mudança nos nossos hábitos. Mas… confiam tanto nas minhas capacidades culinárias que começaram logo os comentários:
– Um peru? Quê coxas? Tão grande? E tu sabes fazer? Um peru inteiro? Hein? Vais fazer um perúuu???
E pronto, desde então, instalou-se o pânico geral na família! Encomendaram-me um peru de 4 kg (o mais pequeno) e já queriam que fosse congelado, preparado, embalsamado, eu sei lá que mais… Eu, como sou uma net girl, andei a ver na net várias receitas e fiz um apanhado para ir comprar os ingredientes que eram precisos.
Ontem, no hipermercado, outra aventura! Tinha lido que tinha de cozer o peru com um fio especial para o recheio não sair durante a cozedura mas e arranjar o raio do fio na secção dos utensílios? Nada! Tirei então um bilhete para o talho e esperei com o meu ar inocente e tótó. Quando me atenderam expliquei que ia fazer o meu primeiro peru e que precisava de fio e não saber qual era… O responsável da secção foi especialmente comigo à secção bricolage à procura do famoso fio mas ou havia grosso ou havia fino. Voltámos ao talho e mandou alguém buscar o fio lá dentro para me dar algum para o meu famoso peru. Há coisas simpáticas, não há?
Entretanto, o peru sempre que se abria a porta do frigorífico acenava com a cabeça e gluglusava quando lhe dizíamos: – Olá Gaspar! Porque o baptizámos como manda a boa educação com o mesmo nome do peru de Natal da série conta-me como foi (RTP1 domingos à noite).
Nesta altura, o Gaspar encontra-se de boa saúde a fazer um banho de beleza há várias horas entre laranjas, limões e especiarias várias. Logo à noite far-se-á o recheio para lhe enfiar no traseiro, com ameixas pretas, carnes variadas e pinhões (que custaram os olhos da cara).
Mesmo que o peru fique intragável, pelo menos, ficará para a história como o perú mais acarinhado e apaparicado depois de criticado e argumentado por todos! Se ficar óptimo, tiro foto e publico a receita…
E pronto, lá me vou para a cozinha, namorar mais um pouco o Gaspar, mas não quero partir sem vos desejar a todos um Natal muito doce! Não se esqueçam que mesmo que se sintam sós, estarei a pensar em vocês que por aqui passam e que de certa forma estão ligados a mim por laços de amorizade. Um abraço apertadinho e até amanhã!
Mesmo que não tenhas neste Natal aquilo que desejas, ama os que te amam!
Eram duas mulheres, separadas por vários quilómetros, que passavam sempre o Natal da mesma forma. Não tinham nascido no mesmo ano nem tinham tido os mesmos amigos. Tinham sempre vivido longe uma da outra, mas estavam próximas pelos hábitos em muitas coisas, como se os planos da realidade fossem paralelos e nunca se cruzassem e os planos do oníricos perpendiculares entre si.
Ambas eram mães e ambas tinham sido filhas e sobrinhas e primas de mulheres fortes que já não eram deste mundo, ou talvez fossem, no mundo dos seus diálogos alternativos. Todos os Natais, elas chegavam para conversar. Falavam sobre o bacalhau que se podia comprar e de outros manjares como o Bolo-Rei e o Pão-de-Ló. Discutiam as relações familiares e de quem estaria presente. Se haveria presentes no sapatinho do Menino Jesus. Viviam assim naquele plano alternativo que as tornava saudosas e ausentes.
A Ceia acabada, olhavam em frente e viam que afinal já lá não estavam. Apenas ficavam as filhas e nem todas… Para quê acordar deste sonho, destas companhias que faziam parte delas? Então, levantavam-se da mesa e procuravam na televisão os rostos de outrora que já não se reencontravam… Desencantadas, iam deitar-se cedo e abandonavam assim as filhas na Ceia de Natal. As filhas já tinham desistido de chegar através destas nebulosidades.
No fundo, não há solidão mais triste que aquela que só encontra conforto em diálogos alternativos com pessoas já mortas…
You’re very independent – both in spirit and in the way you learn.
You can teach yourself almost anything, even if it makes your fingers bleed.
You’re not really the type to sit patiently through a music lesson – or do things by the book.
It’s more your style to master the fundamentals and see where they take you.
Highly creative and a bit eclectic, you need a wide range of music to play.
You could emerge as a sensitive songwriter… or a manic rock star.
Your dominant personality characteristic: being rebellious
Your secondary personality characteristic: tenacity
Recebi estes exemplos por email de certas expressões que usamos no dia a dia e que eram dispensáveis. A tautologia ou o pleonasmo é a repetição de uma ideia em duas ou mais palavras seguidas. Dizem que é para reforçar uma ideia mas só se estivermos a falar com pessoas mesmo muito limitadas na inteligência ou não? Se te lembrares de mais algumas, poderemos formar uma lista, que dizes?
O exemplo clássico é o famoso ‘subir para cima’ ou o ‘descer para baixo’ mas há muitos mais! – elo de ligação
– acabamento final
– certeza absoluta
– quantia exacta
– nos dias 8, 9 e 10, inclusive
– juntamente com
– expressamente proibido
– em duas metades iguais
– sintomas indicativos
– há anos atrás
– vereador da cidade
– outraalternativa
– detalhes minuciosos
– a razão é porque
– anexo juntoà carta
– de sua livre escolha
– todos foram unânimes
– conviver junto
– facto real
– encarar de frente
– multidão de pessoas
– amanhecer o dia
– criação nova
– retornar de novo
– empréstimo temporário
– surpresa inesperada
– escolha opcional
– planear antecipadamente
– abertura inaugural
– continua apermanecer
– a última versão definitiva
– possivelmentepoderá ocorrer
– comparecer em pessoa
– gritar bem alto
– propriedade característica
– demasiadamenteexcessivo
– a seu critério pessoal
– exceder em muito .
You are an optimistic, hopeful, and genuinely sweet person.
Sensitive and affectionate, you are easily touched.
You love nature, animals, and anything cute or cuddly.
For you, every day is a new chance – no matter what happened yesterday.
What makes you celebrate: Almost anything. You love most holidays and celebrations.
At holiday get togethers, you do best as: The peacemaker. You can prevent any squabbles that might break out.
On a holiday, you’re the one most likely to: Remember to include everyone
Não gastem muito nas compras de Natal e se possivel comprem artesanato, coisas feitas à mão! A visitar hoje todo o dia, jardim da estrela e amanhã no Terreiro do Paço.
Sei que não vais ler esta carta porque estás cego para tudo o que ela te impede de ver. Sei que não a vais ouvir porque, mesmo que ela te fosse lida, não a quererias escutar. Sei que por ventura se chegasse a ti, não responderias porque ela te enfeitiçou a vontade e as palavras.
Amigo
Sei que não estás em ti, que o que dizes não vem lá do fundo. Sei que o que não dizes foi silenciado pela apatia em que te marinaram. Sei que te sentes infeliz por não te reconheceres a ti próprio.
Amigo
Sei que vives num dilema, que escolhes o mal menor em vez do bem melhor. Sei que pensas ter feito a melhor escolha protegendo o elo mais fraco da cadeia dos teus afectos.
Amigo
Sei que te estás a afastar de quem te quer bem por achares que há quem te queira mais. Sei que entraste num processo que pensas não ter retorno. Sei que a falta de certos afectos te deixam desvairado embora digas que não.
Amigo
Um dia, vais acordar desse pesadelo e vais ter de recomeçar a tua vida, mais uma vez. Um dia, vai-te custar abrir os olhos e ver, destapar os ouvidos e escutar, abrir a boca e deixar sair as palavras acorrentadas. Um dia, vais pensar que ninguém estará do teu lado, mas estás enganado. Quem gosta de ti, só está à espera que despertes de novo para a vida. Quem gosta de ti, está preparado para recolar os bocados, recolher as cinzas, esquecer o que já lá vai.
Amigo
Quando chegar esse dia, cá estarei, aquela que pensas ser a mais improvável das tuas amigas…
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