Amorizade

Amor + Amizade – Termo de Luandino Vieira

hoje sinto-me assim… 30/04/2007

Filed under: música — jacky @ 4:41 pm

Song for Guy – Elton John

 

Descobrindo Palavras (XIII)

Filed under: vocabulário — jacky @ 1:18 pm

Quartola é:

a) um chapéu alto;

b) uma vasilha de meia pipa;

c) uma tola com quatro centímetros.

 

Descobrindo Palavras (XII)

Filed under: vocabulário — jacky @ 1:14 pm

Quartapisar é:

a) colocar uma barra diferente do resto do vestido;

b) pisar bosta quatro vezes;

c) indivíduo com grande performance sexual.

 

Descobrindo Palavras (XI) 29/04/2007

Filed under: vocabulário — jacky @ 1:13 pm

Quadripedante é:

a) alguém muito arrogante;

b) alguém que flatula exageradamente;

c) animal que se desloca a quatro patas.

 

Descobrindo Palavras (X)

Filed under: vocabulário — jacky @ 1:11 pm

Quadripenado é:

a) animal que tem quatro asas;

b) uma ave sem penas;

c) alguém que sofre muitas penas.

 

Descobrindo Palavras (IX) 28/04/2007

Filed under: vocabulário — jacky @ 1:09 pm

Quadrimosqueado é:

a) um grupo de quatro moscas;

b) estar com a mosca de forma acentuada;

c) algo que tem quatro manchas.

 

Descobrindo Palavras (VIII)

Filed under: vocabulário — jacky @ 1:06 pm

Quadrifendido é:

a) algo dividido em quatro;

b) um formato de vagina muito raro;

c) um termo de lenhador.

 

Feltro 27/04/2007

Filed under: trabalhos manuais — jacky @ 4:12 pm

Nos meus momentos livres, gosto de relaxar a fazer trabalhos manuais. Ultimamente, ando a divertir-me a fazer criações em feltro. As tartaruguinhas ficaram muito fofinhas! Gostam muito de andar agarradas a casacos e a camisolas!

Bom fim de semana e 4 beijinhos como em Paris…

pregadeirasemfeltro.jpg

 

Descobrindo Palavras (VII)

Filed under: vocabulário — jacky @ 1:06 pm

Quadricúspide é:

a) cuspir quatro vezes seguidas;

b) uma área dividida em quatro;

c) algo que termina em quatro pontas agudas.

 

Descobrindo Palavras (VI)

Filed under: vocabulário — jacky @ 1:04 pm

Quadricípite é:

a) um músculo da perna;

b) uma doença em fase aguda;

c) um animal com quatro patas.

 

Descobrindo Palavras (V)

Filed under: vocabulário — jacky @ 1:02 pm

Quaderna é:

a) um conjunto de folhas;

b) a face dum dado com quatro pintas;

c) uma figura geométrica.

 

Forca (5)

Filed under: jogos de palavras — jacky @ 12:57 pm

Será que consegues descobrir este alimento misterioso?

Q _ _ _ _ O

 

Forca (4)

Filed under: jogos de palavras — jacky @ 12:53 pm

Qual é o verbo que se esconde aqui?

E _ _ M _ _ _ R – _ _

 

Que tipo de miúda és tu? 25/04/2007

Filed under: testes — jacky @ 7:51 pm
You are a New Age Girl!

You’re bright, opinionated, and dedicated to changing the world.
Even if it’s one hybrid car at a time, you do you part to make things better.
In fact, you may be so busy with your causes that you have little time for love.
Take an extra yoga class or two, and you just might meet New Age Guy!

Por acaso, até gosto muito de tudo o que é New Age: a filosofia, a música, as roupas, etc… E tu, que tipo de miúda és?

 

Mapa da amorizade 24/04/2007

Filed under: jacky — jacky @ 8:25 pm

Acrescentei um mapa aqui na barra lateral. Gostava muito que fosses lá espreitar e que me deixasses lá o teu pin com a tua localização! Espero qe daqui a uns dias o meu mapa esteja recheado de amoramigos e amoramigas! Um beijinho e bom dia da Liberdade para ti!

(Adenda: era fixe que colocasses lá o teu nome e link para te identificar! É que só com números e latitudes não vou dar à tua cara :mrgreen: )

 

Desalento vs indolência 23/04/2007

Filed under: emoções — jacky @ 11:09 am

Gosto da palavra indolência. É como uma preguiça doce, sem pitada da pecado. É deixar ficar o corpo num certo prazer estático sem espaço para pensamentos nenhuns.

Gosto da palavra desalento. É como um cansaço triste, sem pitada de desespero. É deixar ficar o corpo numa certa tristeza estatica com espaço para pensamentos cinzentos.

Rachel Hayle

(Peço desculpa a falta de postagens originais e de não comentar o que me escrevem, de não comentar os vossos textos. Não é por indolência, é mesmo desalento…)

 

Thinking blogger award

Filed under: blogosfera — jacky @ 10:56 am

thinkingblogger.jpg

Recebi este prémio vindo do Words e do Insinuações, o qual agradeço com muita amorizade e orgulho.

Agora cabe-me a tarefa de repassar este prémio a blogues que considero bem pensantes na blogosfera. É difícil porque gosto de muitos blogues por vários motivos e aborrece-me ter de deixar alguns para trás. Vou nomear, por ordem alfabética:

Anterozóide, porque com os seus desenhos humorísticos também nos faz pensar de forma divertida.

Contra Capa, porque considero que a Cristina escreve textos diversificados sobre variados temas que jé me deixaram muitas vezes a pensar.

Erotismo na Cidade, porque escreve bem todo o tipo de textos, desde poesia a contos, tanto são sentidos como sarcásticos e fazem-nos pensar sobre a emotividade da vida.

Renascido, pela depuração das palavras que se tornam quase enigmáticas e me fazem sempre pensar.

Vozes da Rádio, porque com os seus textos divertidos fazem-nos entrar na vida dos membros de um grupo português com talento, mas com pouca promoção comercial; mesmo lutando com dificuldades, mantêm sempre o bom humor.

 

Haikus em Inglês 21/04/2007

Filed under: poesia — jacky @ 9:05 am

Olha que boa ideia! Tenho que fazer uma coisa destas com os meus haikus!

Um bom fim de semana para ti!

 

Poetry 20/04/2007

Filed under: poesia — jacky @ 9:05 am

O wordpress está sempre a inovar! Agora podemos acrescentar no blogue apresentações em Power Point, tanto podem ser nossas como de outras pessoas. Gostei imenso desta sobre Poesia. Se gostas de escrever, podes tirar ideias daqui! (Já agora, merece um voto, não achas?)

 

Considerandos sobre o amor (65) 19/04/2007

Filed under: considerandos sobre o amor — jacky @ 4:55 pm

A narrativa da amorizade

Quando era pequenina e vinha passar férias a Portugal, ficava sempre na minha Tatá. Tatá é o nome carinhoso em Francês para tia e esta é uma tia muito especial: é minha tia-avó materna. Íamos à praia todos os dias, para o Molhe, onde a Tatá tinha barraca. Ao fim de tarde, o Tonton ia lá ter. Depois voltávamos todos juntos, jantávamos e eu fazia uma corrida com o Tonton para ver quem comia a sopa mais depressa. Eu ganhava sempre. Na verdade, ele deixava-me ganhar. Gostava de saltar os quintais que ficavam por trás das casas, ali na Constituição, e ir até à casa da Mina brincar. Brincava com as formigas que saíam por uma frincha. Dava-lhes água para não terem tanto calor. Mal sabia, na altura, que as afogava com tanto zelo. Não gostava de laranjas, por isso, a Tatá dava-me tanjas e eu toda contente comia as laranjas todas sem pestanejar. Ia ao cabeleireiro e, quando chegava a parte de pintar as unhas, eu também queria, mas de vermelho! Na altura, também adorava sapatos vermelhos. Ela lá me convencia a pintar de rosa e, outras vezes, a minha teimosia levava a melhor…

O momento mais feliz do dia era quando me ia deitar. Se estivesse lá a Tia Isilda, ensinava-me o Pai Nosso em Português e lá adormecíamos as duas. Se não estivesse, a Tatá sentava-se na minha cama e contava-me uma história. Às vezes, inventava e, no dia seguinte, pedia-lhe a mesma. A Tatá já não se lembrava e eu dizia: – Ó Tatá, ontem, não me contaste assim! A minha história favorita era de longe a da Carochinha, que se punha à janela, depois de encontrar uma moeda a varrer a cozinha, e ouvia aqueles animais todos a gritarem muito alto. Coitado do João Ratão, morto, no panelão…

Mais tarde, já morava no Porto e fiquei a estudar no Carolina Michaelis que é perto da casa da Tatá. Uma vez por semana, ia lá almoçar mas já não fazia corridas com o Tonton. Às vezes, ligava-lhe antes de ir almoçar e dizia: – Ó Tatá, posso levar uma amiga minha para almoçar? – E ela dizia sempre que sim.

A Tatá teve sempre tempo e paciência para mim. Teceu a minha infância de palavras e de personagens maravilhosas. Os meus pais não tinham tempo para isso. A Tatá não teve filhos, mas é como se fosse a avó que não tive…

A Tatá tem agora 86 anos e está muito doente no hospital. Tenho ido lá quase todos os dias vê-la, dizer-lhe que gosto dela, porque, daqui a uns dias, quando ela partir, também partirá essa parte da minha infância, tecida de palavras, que foi muito feliz…