Amorizade

Amor + Amizade – Termo de Luandino Vieira

Amie, Damien Rice 28/02/2005

Filed under: amorizade (blogspot) — jacky @ 3:22 pm


Claude Theberge

Nothing unusual, nothing strange
Close to nothing at all
The same old scenario, the same old rain
And there’s no explosions here
Then something unusual, something strange
Comes from nothing at all
I saw a spaceship fly by your window
Did you see it disappear?

Amie come sit on my wall
And read me the story of O
And tell it like you still believe
That the end of the century
Brings a change for you and me
Nothing unusual, nothing’s changed
Just a little older that’s all
You know when you’ve found it,
There’s something I’ve learned
‘Cause you feel it when they take it away

Something unusual, something strange
Comes from nothing at all
But I’m not a miracle
And you’re not a saint
Just another soldier
On the road to nowhere

Amie come sit on my wall
And read me the story of O
And tell it like you still believe
That the end of the century
Brings a change for you and me

And Amie come sit on my wall
And read me the story of O
And tell it like you still believe
That the end of the century
Brings a change for you and me

Aviso:
Não perturbar Jacky em estado de fascínio!

 

Amie, Damien Rice

Filed under: canções de amor — jacky @ 3:00 pm


Claude Theberge

Nothing unusual, nothing strange
Close to nothing at all
The same old scenario, the same old rain
And there’s no explosions here
Then something unusual, something strange
Comes from nothing at all
I saw a spaceship fly by your window
Did you see it disappear?

Amie come sit on my wall
And read me the story of O
And tell it like you still believe
That the end of the century
Brings a change for you and me
Nothing unusual, nothing’s changed
Just a little older that’s all
You know when you’ve found it,
There’s something I’ve learned
‘Cause you feel it when they take it away

Something unusual, something strange
Comes from nothing at all
But I’m not a miracle
And you’re not a saint
Just another soldier
On the road to nowhere

Amie come sit on my wall
And read me the story of O
And tell it like you still believe
That the end of the century
Brings a change for you and me

And Amie come sit on my wall
And read me the story of O
And tell it like you still believe
That the end of the century
Brings a change for you and me

Aviso:
Não perturbar Jacky em estado de fascínio!

 

As Mãos, Manuel Alegre

Filed under: poesia — jacky @ 10:11 am


Feinstein

Com mãos se faz a paz se faz a guerra.
Com mãos tudo se faz e se desfaz.
Com mãos se faz o poema – e são de terra.
Com mãos se faz a guerra – e são a paz.

Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.
Não são de pedras estas casas, mas
de mãos. E estão no fruto e na palavra
as mãos que são o canto e são as armas.

E cravam-se no tempo como farpas
as mãos que vês nas coisas transformadas.
Folhas que vão no vento: verdes harpas.

De mãos é cada flor, cada cidade.
Ninguém pode vencer estas espadas:
nas tuas mãos começa a liberdade.

As mãos são, sem dúvida, muito importantes nas nossas tarefas diárias e em tudo o mais. Que gostas de fazer com as tuas mãos? Tens algum talento especial?

 

Mãos, Cruz e Sousa

Filed under: poemas de amor — jacky @ 10:05 am


Harvey Edwards

Ó Mãos ebúrneas, Mãos de claros veios,
esquisitas tulipas delicadas,
lânguidas Mãos sutis e abandonadas,
finas e brancas, no esplendor dos seios.

Mãos etéricas, diáfanas, de enleios,
de eflúvios e de graças perfumadas,
relíquias imortais de eras sagradas
de antigos templos de relíquias cheios.

Mãos onde vagam todos os segredos,
onde dos ciúmes tenebrosos, tredos,
circula o sangue apaixonado e forte.

Mãos que eu amei, no féretro medonho
frias, já murchas, na fluidez do Sonho,
nos mistérios simbólicos da Morte!

 

parte do corpo [retrato chinês] 27/02/2005

Filed under: amorizade (blogspot) — jacky @ 11:53 am


Michelangelo Buonarrotti

Se fosse uma parte do corpo, gostava de ser mão; mão que acaricia, mão que toca, mão que trabalha, mão que prende, mão que larga…

E tu, qual gostarias de ser?

 

parte do corpo

Filed under: retrato chinês — jacky @ 11:46 am


Michelangelo Buonarrotti

Se fosse uma parte do corpo, gostava de ser mão; mão que acaricia, mão que toca, mão que trabalha, mão que prende, mão que larga…

E tu, qual gostarias de ser?

 

romance corporal

Filed under: amor — jacky @ 11:38 am


Edgar Degas

O meu corpo é um romance.
As suas palavras são tuas.
Esquece tudo o que sabes
e aprende a ler o meu corpo
como se fosse o primeiro dia
de escola…