Amorizade

Amor + Amizade – Termo de Luandino Vieira

Amor é ver tudo intensamente colorido! 30/11/2004

Filed under: amor — jacky @ 12:59 pm

Para o Paulo Querido, este quadro que representa tão bem todo o entusiasmo de uma nova paixão! 🙂

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Only you, the Platters

Filed under: canções de amor — jacky @ 12:37 pm


Imagem de Susan Zulauf

Only you can make this world seem right
Only you can make the darkness bright
Only you and you alone
can thrill me like you do
and fill my heart with love for only you

Only you can make this change in me
for it’s true, you are my destiny
When you hold my hand
understand the magic that you do

You’re my dream come true
my one and only you

Only you can make this change in me
for it’s true, you are my destiny
When you hold my hand
I understand the magic that you do

You’re my dream come true
my one and only you

One and only you

Podem dizer que esta música já era. Podem dizer que a letra é pirosa. Podem dizer o que quiserem… mas esta música, e os Platters em especial, são para mim do mais romântico que há! 🙂

 

amizade é aquele abraço… 29/11/2004

Filed under: amizade — jacky @ 10:13 pm



TOTAL DE ABRAÇOS!
Dá-me um abraço 🙂

Se também queres abraços, clica aqui

 

abc verbal do enamoramento 28/11/2004

Filed under: abecedários — jacky @ 11:47 am


Love, by Gustav Klimt

Abc verbal do enamoramento elaborado por Ana, Fernando, In-perfeita e Jacky.

Amar-te simplesmente sem máscaras.

Beijar todos os milímetros da tua pele.

Cantar aos ventos a minha felicidade.

Desejar-te ardentemente.

Enamorar-me das tuas palavras.

Gostar de sentir os teus braços à minha volta.

Honrar-te todos os dias porque te admiro.

Iluminar cada um dos teus dias com um sorriso.

Jubilar estes dias felizes.

L

Mimar-te com todos aqueles petiscos que tu gostas.

Namorar contigo cinco minutos que sejam.

O

Passearmos juntos de invisíveis mãos dadas.

Querer estar contigo mais do que com qualquer pessoa.

Rir contigo porque o Humor une e a Indiferença não.

S

T

Unir-me a ti e a mais ninguém.

V

X

Z

Que verbos faltarão a este abc do enamoramento?

 

Adair, de Adair Carvalho Júnior

Filed under: poesia — jacky @ 11:42 am


Mesa em frente à janela, de Picasso

Adair

há mil poemas temas
diversos versos atravessados
à espreita
na janela

e outros por baixo
da mesa sobem
pelas pernas semi
abertas

a luz se apaga arde
um poema
pelas coxas um trema
atravessado um fado
interrompido um imenso
pecado

nenhum alívio

 

abc verbal da amizade 27/11/2004

Filed under: abecedários — jacky @ 9:57 pm

Abc verbal da amizade elaborado por Ana, cap, jacky e Marco Moutinho.

Abraçar-te quando estás carente ou de abanão.

Beijar-te porque gosto de ti

Compreender-te

Divertirmo-nos

Encontrarmo-nos sempre que nos apetece

Falar muito

Garantir que estarei sempre quando for preciso

Honrar-te. Habitar no teu coração de Homem puro com um x de paciência.

Imaginar o melhor presente para ti

Jogarmos

Lermos os mesmos livros

Manifestar o meu apreço

Não mentir

Ouvir as mesmas músicas

Partilhar interesses

Querer estar contigo

Rirmo-nos de experiências divertidas

Sorrir só por te ver

Ter-te e não me sentir só

Unirmo-nos com objectivos comuns

Vestir roupas parecidas compradas na mesma loja

X de beijar-te sem conta e de xorar quando estou só…

Zangar-me contigo quando precisas de um abanão…

Que verbos mais faltarão neste ABC?

 

Amor em Bocage

Filed under: poemas de amor — jacky @ 2:37 pm


Pierre-Auguste Renoir

1

Olha, Marília, as flautas dos pastores
Que bem que soam, como estão cadentes!
Olha o Tejo a sorrir-se! Olha, não sentes
Os Zéfiros brincar por entre flores?

Vês como ali beijando-se os Amores
Incitam nossos ósculos ardentes!
Ei-las de planta em planta as inocentes,
As vagas borboletas de mil cores!

Naquele arbusto o rouxinol suspira;
Ora nas folhas a abelhinha pára,
Ora nos ares sussurrando gira:

Que alegre campo! Que manhã tão clara!
Mas ah! tudo o que vês, se eu te não vira,
Mais tristeza que a morte me causara.

2

Já se afastou de nós o Inverno agreste
Envolto nos seus úmidos vapores;
A fértil Primavera, a mãe das flores,
O prado ameno de boninas veste.

Varrendo os ares, o sutil Nordeste
Os torna azuis; as aves de mil cores
Adejam entre Zéfiros e Amores,
E toma o fresco Tejo a cor celeste.

Vem, ó Marília, vem lograr comigo
Destes alegres campos a beleza,
Destas copadas árvores o abrigo.

Deixa louvar da corte a vã grandeza:
Quanto me agrada mais estar contigo
Notando as perfeições da Natureza!

3

O ledo passarinho, que gorjeia
D’alma exprimindo a cândida ternura;
O rio transparente, que murmura,
E por entre pedrinhas serpenteia;

O Sol, que o céu diáfano passeia,
A Lua, que lhe deve a formosura,
O sorriso da Aurora, alegre e pura,
A rosa, que entre os Zéfiros ondeia;

A serena, amorosa Primavera,
O doce autor das glórias que consigo,
A Deusa das paixões e de Citera;

Quanto digo, meu bem, quanto não digo,
Tudo em tua presença degenera,
Nada se pode comparar contigo