Amorizade

Amor + Amizade – Termo de Luandino Vieira

Não te preocupes 28/06/2015

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Não te preocupes

Não te preocupes, se pensares bem na própria palavra ela quer dizer que ocupas a tua mente com pensamentos negativos antes de acontecerem. Tenta ser feliz cada dia que nasce, não porque tens uma casa, um amor, filhos, amigos ou outras posses, mas simplesmente porque existes. Em cada amanhecer, renasces para um novo «eu» e cabe a ti contar a história: seja ela a rotina do dia anterior ou uma vida reconstruída. Porque sim há dias em que tudo corre mal, em que as dores são insuportáveis, em que os problemas nos esmagam, mas será que, às vezes, não caímos em desgraça de nós próprios?
Não te preocupes, até te podia dizer aquelas frases feitas que, depois da tempestade, vem o sol, que há um luz ao fundo do túnel e que há um farol que te guia na escuridão, embora saiba que não te vão fazer sentir melhor. A verdade é que nós somos o que pensamos e que nós é que temos de educar a nossa mente a mudar de rumo, a abraçar a luz em vez de cair na escuridão, de cortar o novelo de pensamentos que não produz nada, apenas enrola e enrola, é necessário acreditar que os pesadelos não são um prenúncio de um mau dia, nem que a desgraça nos há-de perseguir para sempre.
Não te preocupes, a vida é frágil, só estamos de passagem, aproveita o momento que passa porque nunca mais o poderás recuperar. Sorri por sorrir, sê gentil mesmo que não o sejam contigo, irradia generosidade, sê amorizade. Só tu podes fazer a diferença entre um dia cheio de preocupações ou um dia cheio de pequenos momentos felizes…
28.06.2015

 

Para casa 25/06/2015

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Quem é que te vai ouvir quando todos estiverem surdos? Quem é que te vai aconselhar quando todos emudecerem?  Quem é que te vai levar a casa quando todos adormecerem? Quem é que te vai dar a mão quando todos cristalizarem? Quem vai ficar ao teu lado quando todos desertarem? Quem é que te vai compreender quando todos enlouquecerem?

Porque, um dia, vais compreender que não precisas de fazer tudo sozinha. Nem é uma questão de dares o braço a torcer nem de abdicares do orgulho. Estás habituada a contar apenas contigo desde que te lembras de ser gente… Porque, um dia, vais perceber que a grande maioria só está interessada nos próprios problemas, mas eu não, eu não. Quando é que vais finalmente atravessar a ponte até mim?

25.06.2015

(Devaneio inspirado em Drive dos Cars, a pedido da Susana Chaves)

 

Queria dizer-te 24/06/2015

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 9:41 pm
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Ele pensou para os seus botões: quando chegar a casa vou dizer-lhe o que se passa, que ela foi a minha maior paixão e que já que vamos de férias, é melhor aproveitar para darmos um tempo. Quando chegar a casa, vou dizer-lhe que nunca amei alguém como ela, que será sempre um marco na minha vida, uma das melhores recordações. Talvez seja melhor dizer-lhe que já não a amo. Ela vai achar que tenho outra. Se calhar, era melhor que assim fosse, ficava-me com raiva e pronto. Mas a verdade, é que não há ninguém. Apenas não aguento mais esta rotina, estar sempre a fazer o mesmo, no mesmo lugar, com as mesmas pessoas. Não aguento mais a repetição dos dias sempre iguais. Preciso de mudar de horizontes, de me ver espelhado noutros olhos, de conhecer pessoas diferentes e viver uma vida diferente, talvez mudar de pele. Quando chegar a casa digo-lhe…

Chegou a casa, ela sorriu-lhe e disse-lhe: – Vamos ao cinema?
E o discurso voou para o dia seguinte, ou talvez daqui a um mês. Quem sabe? – Vamos. Respondeu.

24.06.2015
(devaneio inspirado na canção de Lionel Kazan, je voulais te dire)

 

you’ve got a friend 22/06/2015

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O dia cinzento em ti sinto-o cá dentro. Agarra este raio de sol que está contigo no meu abraço. Se, ao menos, me deixasses tocar-te…
O sabor amargo em ti é como uma raspa de toranja que afasta a amizade. Se, ao menos, acreditasses que há doçura em alguns amigos verdadeiros…
O silêncio que emana de ti não verbaliza o tumulto que leio nos teus olhos. Se, ao menos, soubesses que não estás só, que há quem queira ser farol para te guiar no caminho…
Porque a amizade é como uma quantia que depositamos no banco do tempo. Quando eu precisar, também cá estarás? Espero que sim. E se não estiveres, alguém há-de estar porque a verdadeira amizade não espera nada em troca, apenas dá. Quando apoiamos alguém, irradiamos energia que há-de voltar num dia cinzento em nós…

22/06/2015

 

Tainted love 18/06/2015

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 11:09 am
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Estávamos destinados a ficar juntos para sempre. Assim são os amores perfeitos. Feitos um para outro, entendíamo-nos sem palavras. Tanta coisa em comum, tanta história construída juntos, nada nos poderia separar. Dizem que as almas gémeas de reconhecem porque estão unidas desde o início dos tempos.
Éramos almas gémeas, mas um dia começou a doer. Afastamo-nos sem darmos conta. Palavras retidas que deveriam ter sido proferidas cresceram até submergirem o amor que foi o nosso. Aquilo que era eterno, quebrou-se algures no tempo.
Doeu por muito tempo estarmos longe um do outro, separados e ainda juntos. Quem falhou? Talvez o tempo que nos fez reencontrar numa era que não deveria ser nossa. Não sei porque não deu certo, só sei que te perdi, amor meu, futuro meu, vida minha…
Andei sem rumo, aprendendo a viver um dia de cada vez, desconstruindo o que tinha sonhado até ao fim dos tempos, escrevendo uma linha de cada vez. Habituada a escrever capítulos e páginas, senti-me perdida na pequena linha a que ficara reduzida.
Voltei a viver, não esperando mais nada do futuro nem de ninguém. Agora acredito que o amor que tivemos foi algo de belo que me aconteceu, para poder aprender a preencher o vazio de mim quando acabou.
Um dia de cada vez, por mim!

18.06.2015

 

Escrava do amor 15/06/2015

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 10:52 pm
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Escrava do amor

Querias que eu fosse escrava do amor, sujeita aos teus humores e desamores. Querias que eu estivesse prisioneira dos meus sentimentos, novelo por enredar. Querias que que estivesse presa a ti, por cordas invisíveis ao olho humano, visível pela minha paixão. Querias que eu me perdesse no labirinto e que me reencontrasse apenas pelo fio que me terias deixado seguir.. Querias que vivesse fascinada pelo teu ser sem me prestares atenção.
Querias que eu fosse e fui. Queres que eu seja, mas já não sou escrava do amor. Nada me prende, apenas a consciência de mim a pensar em ti….
15.06.2015

(devaneio inspirado nesta canção de Bryan Ferry)

 

Triste 05/06/2015

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 11:51 am
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Quando me sinto triste, basta olhar para ti e o que me rodeia ganha nova cor. Estar perto de ti, faz-me sentir bem com o mundo. Ouvir-te respirar, é como dar valor a cada segundo que passa. A tua vida dá um novo significado à minha existência. Faz-me acreditar na doçura e na amenidade. Porque há dias em que não apetece sorrir, dias em que bastaria apenas tu…
05.06.2015

(devaneio inspirado nesta canção de Phill Collins)

 

Palavras 01/06/2015

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 11:24 pm
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Dizem que as palavras são cristalinas como um rio acabadinho de sair da nascente. Descem pela encosta, saltitantes e risonhas, piscando o olhos aos salmões que as tentam comer. Aqui e ali, chocam contra os ursos pardos que não as querem.
Dizem que as palavras são charmosas como as flores que embalsamam o ar na Primavera, vestidas com as suas pétalas mais luminosas. Ondulam suavemente ao vento, sobem às árvores e avistam as nuvens velozes ao longe.
Dizem que as palavras são pesadas como a torrente que engrossou em dia de tempestade. Ferem quem as ouve e quem as diz, palavras que saem sem controlo, selvagens.
Dizem que as palavras não são fáceis quando toca a emoções, que não correspondem ao que é sentido. Ficam paradas na mente sem quererem revelar-se no exterior, secretas e escondidas.
Dizem que as palavras são fáceis para mim e são. Saltam dos meus dedos para o papel, para o teclado, inspiradas, fáceis, mas quando olho nos teus olhos ficam presas pela trela e nada digo…
01/06/2015

(Devaneio inspirado nesta canção de FR David – Words)

 

Sonho 12/03/2015

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 10:41 am

A mente vagueia de noite. Anda por recantos onde estão guardados desejos reprimidos. Leva-nos a lugares remotos, por vezes, junto a desconhecidos ou pessoas do dia a dia e sonhamos.
Imagens formam-se com algum sentido em ambientes irreais. Desejos inconcretizáveis realizam-se e são deliciosos.
O despertador arranca-nos do calor e acordar não é possível. O onírico continua onde tinha sido interrompido, intermitente, como um filme ao qual se cortou algumas imagens.
Acorda-se de vez, ainda com o sonho presente e ainda irradia sensações prazerosas. A vida continua numa realidade paralela, em que sonhos como esses nunca se tornaram realidade e é por isso que eles sabem tão bem…

 

As pessoas são como material escolar 21/03/2013

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 11:44 pm

As pessoas são como o material escolar.
Algumas são como um lápis, com ele podemos fazer tudo mas também se esquecem facilmente de nós quando se começam a relacionar com a borracha.
Outras são como os afias, sempre prontos para aguçar a nossa curiosidade.
Umas são como tesouras, sempre disponíveis para cortar na casaca dos outros.
Muitas são como páginas de um livro, vão sendo folheados e nem sempre nos fixamos neles.
Poucas são como os lápis de cor, que coloram a nossa vida com a sua energia e dinamismo.
Algumas são como as esferográficas, ajudam-nos a lembrar o que é mais importante.
Outras são como as réguas, sempre certinhos e nunca saem da linha.
Umas são como correctores, nunca deixam passar um erro ou uma falha e estão sempre a julgar tudo o que fazemos.
Muitas são como o giz, deitam tanta poeira cá para fora que só causam alergias.
Poucas são como a fita-cola que une os bocados rasgados da nossa alma.
Algumas são como um estojo, guardam muitos afectos no seu interior e há sempre espaço para mais um.
Outras são como capas transparentes, sempre disponíveis para nos protegerem.
Umas são como cartolinas, grossos mas genuínos.
Poucas são como cadernos, pessoas amigas que nos ajudam a escrever as páginas do nosso diário.
E tu, em que material escolar encaixas melhor?

Jacqueline Lima 21.03.2013

 

Comboios 28/05/2012

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 8:31 pm

As pessoas são como os comboios. Algumas são locomotivas, são líderes, têm personalidades fortes e por isso têm energia para puxar as carruagens. Outras são carruagens, são pessoas calmas, que gostam de andar na corrente e por isso, deixam-se puxar.
Muitas pessoas já foram locomotivas mas acomodaram-se, cansaram-se de tudo, deprimiram, ficam esgotadas e precisam de ser levadas. Outras foram sempre carruagens mas ficam, de repente, sem locomotivas e então, se não quiserem ficar paradas, precisam de avançar e tornarem-se locomotivas.
Infelizmente muita gente deixou sequer de fazer parte do comboio e deixa-se estar parada numa linha desactivada, arrumados num hangar qualquer, acumulando pó, sem destino…
Entre ser locomotiva ou carruagem, tanto faz, tudo tem o seu tempo. Importante mesmo é nunca se deixar parado, desligado do comboio da vida…
Boa viagem! Espero reencontrar-te numa estação qualquer!

Jacky (28.05.2012)

 

Frase emblemática do Dirty Dancing 12/05/2010

Filed under: devaneios da jacky,generalidades — jacky @ 10:54 am

A propósito da caderneta de cromos de hoje, gostaria de discordar do Nuno Markl que acha a frase mais emblemática do filme: – Ninguém mete a Babe num canto! Pois na minha opinião a melhor frase é quando ela aparece com o primo do Johnny na festa privada dos empregados onde dançam rock às escondidas (muito mais alternativo do que picar-se com sonasol verde) e ele pergunta: – O que é que ela está aqui a fazer? E ela responde: – Carreguei uma melancia (I carried a watermellon).

Esta frase é , na verdade, maravilhosa! Imagino-me perfeitamente a entrar à frente de toda a gente numa discoteca da moda e perguntarem como é que eu fiz isso e eu digo: – Carreguei uma melancia! Ou então aparecer de fininho numa sessão da Assembleia da República e os deputados acordarem e perguntarem o que se passa e eu digo: – Carreguei uma melancia! Também ficava bem estarem a ver o quadro de honra da minha faculdade e ouvir-se uns zuns zuns sobre o meu aparecimento na famigerada lista: – Ela carregou uma melancia!

E finalmente, Portugal inteiro, abanando a cabeça consentindo com a minha presença no palanque reservado às mais altas personalidades do país durante a visita do Papa: – Sim, sim, ela merece estar ali, carregou uma melancia… 😀

 

Etiquetas 08/06/2009

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 6:03 pm

labels / etiquetas

Eu odeio etiquetas! Na minha opinião, não servem para nada! estou-me nas tintas para a marca. Arranham! São feias! E ainda por cima, olha-me só para isto! Se fosses um boneco, gostavas de ter uma etiqueta naquele sítio???

 

dúvida publicitária 24/03/2008

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 1:23 pm

Porque é que as crianças dos anúncios publicitários portugueses têm sempre os olhos azuis se a maioria tem olhos castanhos?

PS. Sou uma desnaturada, abandonei  a escrita e nem vos desejei boa Páscoa nem boa Primavera, por isso, desejo-vos uma boa semana recheada de amorizade
 

Trânsito 01/03/2008

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 4:38 pm

Será que já não há publicidades equilibradas? Uns sugerem que quem não tem o trânsito intestinal regular, anda mal-humorado! Outros afirmam que ter o trânsito fluído é desagradável! E se se decidissem, sim?

 

Recordando… 26/01/2008

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 10:53 pm

– Os anos passam por mim, dizem… sem estacionar. Pareço ter sempre a mesma idade e se calhar tenho cá dentro.

Há dias descobri que faleceu o Carlos. Quem? Pensam vocês. Eu sei que não vos diz nada, mas a mim diz muito. Era um cantor francês da minha infância que eu adorava. Não era o mais popular, nem sequer o mais bonito, talvez nem fosse o mais talentoso, mas foi com certeza aquele que mais me transmitiu alegria. Ele era uma pessoa feliz e partilhava esse sentimento através das suas canções. Várias me ficaram no ouvido e a mais famosa foi o BIG BISOU. Cantava-se a dançava-se essa canção em todas as festas e davam-se os beijinhos conforme ele mandava, ou talvez não, pois o beijo na boca não era para os mais tímidos!

Ver vídeo no daily motion

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E por falar em recordações, há dias estava no AXN mas nem estava a olhar para a TV. De relance vi um actor no Stargate e disse assim: – Ena pá, este é o Mac Gyver! (E estava chocada porque não parecia ele, ele envelheceu muito…) Mas teimaram comigo que não. Esqueci o assunto.

Hoje voltei a ver um anúncio do Stargate e disse de novo: – É mesmo o Mac Gyver! E fui investigar. lembrei-me do nome dele: Richard Dean Anderson. E era mesmo ele. Ai que saudades do engenhocas que tirava energia das plantas e era capaz de montar as mais sofisticadas armadilhas com um clip. Ele sim foi o verdadeiro criador do simplex! E pronto, sei que estou a ficar uma cota saudosista e se os anos estacionam em alguns, comigo continuam a passar ao longe…

Aqui com carinha de MacGyver (look à Adam Curry) e na outra com mais uns vinte anos em cima…

 

4 04/01/2008

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 1:49 pm

Gosto do 4. É o meu favorito! 4 que é gémeo falso do A, sempre de perna cruzada, talvez instalado no sofá ou à saída de um pub irlandês para comprovar que uma Guinness não perturba a mente.

o 4 é também o número que representa melhor a Natureza: as 4 estações: Primavera, Verão, Outono, Inverno; os elementos vitais: água, ar, fogo e terra; os 4 pontos cardeais: Norte,Este, Sul, Oeste.

o 4 também está presente no lúdico: havendo 4 pintas nas cartas: copas, ouros, espadas e (Em francês, cœur, carreau, pique et trèfle.

o 4 representa o equilíbrio e a plenitude através do quadrado e a sorte com o trevo de 4 folhas.

Na Bíblia, há os 4 Evangelhos.

Na linguagem, fala-se de pregar aos 4 ventos, de viajar para os 4 cantos da Terra e das 4 dimensões espacio-temporais.

No dia 4, também nasceram pessoas das quais gosto muito. Hoje: a minha amiga Paula Tinoco de há 26 anos e mais recentemente a Filipa Prieto. Muitos parabéns! Um dia muito feliz 🙂

 

Despedida humorística 31/12/2007

Filed under: devaneios da jacky — jacky @ 1:25 pm

Ontem, em conversa com amigos e sobre o que as pessoas dizem ou fazem durante o sexo, fiquei a saber que há quem goste de dizer palavrões durante o acto e outros que não gostam. Como sou uma rapariga que sempre foi boa com as palavras e que gosta de partilhar conhecimentos, deixo-vos aqui umas alternativas eruditas aos palavrões sexuais para usarem em 2008 abundantemente! 🙂

Adoro o teu car****!

—> Adulo o teu órgão genital!

Estou com tes**!

—> Tenho o meu membro distendido!

Apalpa-me as mamas!

—> Indaga-me os meus órgãos glandulares proeminentes!

Quero-te comer o c*!

—> Desejo saborear o teu pódice!

Posso fazer-te um b*****?

—> – Permites-me linguarejar o teu falo?

—> – Autorizas-me a musicar a tua gaita?

Vou-te fazer um m*****!

—> Vou sorver o interior dos teus lábios inferiores!

Anda cá dar o teu naco!

—> Devota-me a tua vagina!

F***-me

—> Por favor, podes perscrutar-me?

—> Vamos copular?

—> Vamos unir o meu membro erecto na elasticidade das tuas paredes vaginais?

Espor**-me!

– Deixa-me ser o receptáculo do teu esperma!

E pronto, depois deste post, penso que o meu blogue vai ser bloqueado pela maioria dos filtros electrónicos… Despeço-me de 2007 com muita amorizade e desejo-vos um ano de 2008 muito erudito a nível sexual, pelo menos! Usem uma cábula para não se esquecerem dos termos! E sejam felizes!

 

Jacky e o Peru de Natal II 27/12/2007

Filed under: comes & bebes,devaneios da jacky,jacky,Natal — jacky @ 7:32 pm

No dia de Natal, levantei-me então de madrugada para tratar do Gaspar! Eram cerca das 7h30. Tirei-o do banho de beleza que incluía laranjas, limões, especiarias variadas e até um pau de canela.

Depois, deixei-o a escorrer e fui fazer o picado. Cortei a carne aos bocadinhos e as variadas carnes frias, as ameixas e os alperces secos, com a ajuda da minha grande amiga Claudia aka Ponto Azul

Entretanto, fui buscar a picadora ao armário e comecei a picar tudo. Primeiro problema: não picava! Segundo problema: começa a cheirar a queimado e damo-nos conta que a picadora estava a deitar fumo!!! Deitou-se a picadora ao lixo que tralha já há que chegue aqui em casa e lembramo-nos da varinha mágica para remediar a situação. Terceiro problema: fazia barulho mas a varinha mantinha-se impávida e serena! Desisti então de enfiar o picado no rabo do Gaspar e lá foi ele fazer sauna assim ao natural para dentro do forno… durante várias horas.

Passado algum tempo, descascamos as batatas que nos tinham sido recambiadas como: – Estas batatas são muito boas!!! Algumas estavam podres por dentro. Lixo! Juntámos as batatas ao peru para assarem. Quis fazer arroz para acompanhar pois havia crianças no almoço que preferem arroz a batatas. Quarto problema: a placa não funcionava por causa do calor do forno.

Passado mais algum tempo, fomos salpicando o Gaspar com vinho branco e virando-o para ele não se queimar. As batatas ao fim de muitos minutos não assavam. Os meus pais chegaram com a picadora deles e eu decidi fazer o picado à parte. Preparei tudo e pus no forno a assar juntamente com as batatas e o Gaspar.

Por volta das 13h, o Gaspar estava pronto a ser apresentado aos ilustres convidados da minha imensa mansão. Liguei-lhes pelos telemóveis para virem do quarto nº 100 até à sala de jantar 😆 e servi finalmente o almoço. O Ambrósio estava de folga, tive que ser mesmo eu! Quinto problema: as castanhas e as cenourinhas estavam quase queimadas mas as batatas continuavam semi-cruas ao fim de várias horas…

Não sou nenhuma decoradora de pratos, por isso coloquei o Gaspar assim mesmo na mesa.

Comemos o peru, o picado, as castanhas e as cenourinhas bebé enquanto as batatas continuavam sozinhas no forno a assar. Já no final da refeição, à hora da sobremesa, os cornos, perdão! as batatas ainda estavam semi-cruas…

Vieram então as sobremesas tradicionais como o pão de Ló, o bolo-rei, a aletria, formigos e ainda uma coisa nova que experimentei fazer chamada mousse de chocolate com chocolate branco e manga. E estava uma delícia!!! Prometo publicar foto e receita logo que possível.

E pronto, assim acabou a minha aventura de Natal com o Gaspar. Para o ano há mais. Talvez com o Belchior ou o Baltazar, quem sabe?

 

Jacky e o Peru de Natal 24/12/2007

Filed under: comes & bebes,devaneios da jacky — jacky @ 6:00 pm

Mas será que não se fala em mais nada estes dias? Pois, eu sei, tema repetitivo, mas vão ter que levar com ele também neste blogue.

Este ano, sou eu que vou cozinhar na véspera de Natal (o famoso bacalhau cozido com batatas) e também no próprio dia. Este ano, para ser diferente, decidi fazer Peru recheado pela primeira vez. Pensei que o pessoal ia gostar de uma mudança nos nossos hábitos. Mas… confiam tanto nas minhas capacidades culinárias que começaram logo os comentários:

– Um peru? Quê coxas? Tão grande? E tu sabes fazer? Um peru inteiro? Hein? Vais fazer um perúuu???

E pronto, desde então, instalou-se o pânico geral na família! Encomendaram-me um peru de 4 kg (o mais pequeno) e já queriam que fosse congelado, preparado, embalsamado, eu sei lá que mais… Eu, como sou uma net girl, andei a ver na net várias receitas e fiz um apanhado para ir comprar os ingredientes que eram precisos.

Ontem, no hipermercado, outra aventura! Tinha lido que tinha de cozer o peru com um fio especial para o recheio não sair durante a cozedura mas e arranjar o raio do fio na secção dos utensílios? Nada! Tirei então um bilhete para o talho e esperei com o meu ar inocente e tótó. Quando me atenderam expliquei que ia fazer o meu primeiro peru e que precisava de fio e não saber qual era… O responsável da secção foi especialmente comigo à secção bricolage à procura do famoso fio mas ou havia grosso ou havia fino. Voltámos ao talho e mandou alguém buscar o fio lá dentro para me dar algum para o meu famoso peru. Há coisas simpáticas, não há? :mrgreen:

Entretanto, o peru sempre que se abria a porta do frigorífico acenava com a cabeça e gluglusava quando lhe dizíamos: – Olá Gaspar! Porque o baptizámos como manda a boa educação com o mesmo nome do peru de Natal da série conta-me como foi (RTP1 domingos à noite).

Nesta altura, o Gaspar encontra-se de boa saúde a fazer um banho de beleza há várias horas entre laranjas, limões e especiarias várias. Logo à noite far-se-á o recheio para lhe enfiar no traseiro, com ameixas pretas, carnes variadas e pinhões (que custaram os olhos da cara).

Mesmo que o peru fique intragável, pelo menos, ficará para a história como o perú mais acarinhado e apaparicado depois de criticado e argumentado por todos! Se ficar óptimo, tiro foto e publico a receita…

E pronto, lá me vou para a cozinha, namorar mais um pouco o Gaspar, mas não quero partir sem vos desejar a todos um Natal muito doce! Não se esqueçam que mesmo que se sintam sós, estarei a pensar em vocês que por aqui passam e que de certa forma estão ligados a mim por laços de amorizade. Um abraço apertadinho e até amanhã!

Mesmo que não tenhas neste Natal aquilo que desejas, ama os que te amam!