
Estas regras funcionam eficazmente com crianças e adolescentes entre os 8 e os 15 anos, mas na verdade penso que a maioria destas regras podem ser aplicadas a outras idades e até à comunicação em geral com outras pessoas.
(inspirado em sugestões de Isabelle Filliozat)
Partiu um copo. O normal (e falo por mim que odeio vidros partidos e só me apetece berrar quando acontece isto em casa) é dizer:
– Foste tu que partiste o copo? Não tens cuidado nenhum. É sempre a mesma coisa. Raisparta… etc etc e vamos depressa buscar o aspirador, enquanto continuamos a berrar para tirarem o cão do caminho e de ele não andar descalço que ainda se espeta num vidro e então aí sim é que vai ser um problema etc etc (ok ok eu exagero, mea culpa, esta regra é especialmente para mim :P)
6ª regra: descrever o problema.
Descreve-se o que aconteceu, ensinando então o que se deve fazer de seguida, de forma a que possa compensar os estragos que fez:
– Um copo está partido. É preciso não se andar descalço, impedir o cão de vir para aqui, varrer os bocados partidos para o apanhador e aspirar os bocados pequenos para que ninguém se magoe. (aprende, jacky, aprende a não ficares ansiosa com os bocados de vidros espalhados pela casa).
Se a criança participar na resolução do problema, consciencializa-se da sua responsabilidade no copo partido e para a próxima, além de ter mais cuidado, saberá o que fazer para resolver o problema.
Descrever problemas também serve para os incitar para a acção:
– O cão não tem água.
É bom que tenha a iniciativa de se oferecer para pôr água ao cão, por exemplo.








ufa tantas regras… e quando o teu filho começar a chorar tu vais continuar a regir-te pelas regras?
cc, não são regras, são mais umas linhas de orientção para se manter a calma e melhorar a comunicação. Beijinhos