
a escolha dela

a escolha dele
No mínimo, invulgar, esta visão de cada sexo…

a escolha dela

a escolha dele
No mínimo, invulgar, esta visão de cada sexo…

Estas regras funcionam eficazmente com crianças e adolescentes entre os 8 e os 15 anos, mas na verdade penso que a maioria destas regras podem ser aplicadas a outras idades e até à comunicação em geral com outras pessoas.
(inspirado em sugestões de Isabelle Filliozat)
A criança chega a casa e diz:
– Não gosto da minha prof de X, ela deu-me zero porque me esqueci do caderno!
A tendência é dizer:
– Não é grave… (minimizando o que sente)
– Claro, esqueces sempre as tuas coisas (culpabilizando-a)
– Não digas isso dos teus professores (proibindo-a de falar)
Estes comentários impedem a criança de se exprimir. Às vezes, certas frases que as crianças dizem estão apenas a camuflar algo que as perturba como por exemplo:
– Estou cansada deste prof que não gosta de mim.
– O meu namorado deixou-me.
1. Ouvir.
Ela precisa de ter espaço para ser ouvida. Os pais não têm que resolver todos os problemas dos filhos dando sempre sugestões e conselhos. Os pais precisam é de ter disponibilidade para ouvir. Quando chega com queixas, o melhor é perguntar:
– O que é que se passou?
É natural que responda:
– Não sei.
O melhor é fazer mais perguntas sobre o caso de forma a que pense sobre o assunto e possa confiar as emoções sentidas e analisar a situação. O importante portanto é parar, olhá-la nos olhos e simplesmente ouvir.
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