Amorizade

Amor + Amizade – Termo de Luandino Vieira

Souvenirs 04/07/2006

Filed under: France,música,saudosismos — jacky @ 12:34 pm

(em construção)

Não tenho recordações de infância comuns a quase ninguém da blogosfera, não viram os mesmos programas, nao disfrutaram dos mesmos sabores, nem ouviram os mesmos sons. Por isso, quando descobri que o xung era francófono como eu, de vez em quando matamos saudades da nossa infância. Esta posta, sei que vai fazer sentido para ele e para todos os que nasceram/viveram em França nos anos 70/80.

Lembro-me que me deitava cedo e levantava muito cedo, que o meu pai ligava logo o rádio logo quando se levantava. Geralmente estava sintonizado na RTL. Adorava as quartas: le mercredi porque não havia escola. Às terças, deitava-me mais tarde e via sempre as coboiadas que davam na FR3 com o meu pai. Todos os dias, via L’île aux enfants, com o monstro (?) Casimir. Desenhos animados, adora ver o Goldorak, o Albator, a Candy Candy, o Calimero e principalmente aqueles dois bonecos dançarinos que me enchiam de vontade de dançar e saltitar: Chapi Chapo.

Calimero Casimir Goldorak Candy

Lembro-me de comprar na mercearia junto à escola: carambar e umas chiclas chamadas malabar e gomas de todos os feitios e sabores. Gostava mais da marca Haribo. Também gostava de mastigar reglisse (na foto em goma e em pau).

reglisse em gomareglisse em pau malabar

Na memória, ainda guardo lembranças de l’école des fans, apresentado por Jacques Martin, onde as crianças iam cantar canções dos seus cantores favoritos. Parece que fizeram reviver o programa com o Patrick Sébastien, que no meu tempo era um imitador. Por falar em imitador, também gostava do Thierry Le Luron e dos sketches do Fernandel, do Bourvil, etc. Gostava dos filmes do Louis de Funés e dos filmes e das séries dobrados em Francês, sempre com as mesmas vozes.

Jacques Martin Thierry Le Luron Louis de Funes Bourvil

Era megafã do Cloclo e queria ser uma clodette, quando era miúda. Também adorava a Sheila, a banda sonora do Grease e de La Boum. Aos 4 anos, tinha um papadiscos de 45 rotações (em vinil, claro) e ouvia até à exaustão Hasta Luego do Hugues Aufray. Gostava do Joe Dassin e do Mike Brant. Os meus pais adoravam o Julio Iglesias. Lembro-me de ouvir os ABBA, os Boney M e os Village People. Estávamos a viver em cheio o disco sound. Na altura, a Europa parava para ver o Festival da Eurovisão da Canção e os Jogos sem Fronteiras. Alguém se lembra como se chamavam os árbitros?

Bebia vittel et évian. Comia choucroute, lentilhas, boudin, crêpes compradas na rua, gauffres à la crème de marrons. Todos os dias, comia un pain au chocolat ou un pain aux raisins. Aos domingos, a minha mãe fazia às vezes tarte de maçã como sobremesa e comíamos assados no forno. Comia beterraba, petits pois mais doces que as ervilhas, champignons frescos; todo o tipo de fruta como framboesas, mandarines com a pele lustrosa, bananas, maçãs granny smith, cerejas brilhantes e tantas outras.

Gostava de ver na TV o Muppet Show com os convidados célebres, os programas de variedades do Guy Lux e do Michel Drucker, um concurso que eu adorava jogar que se chamava des chiffres et des lettres. Como séries, costumava ver Uma Casa na Pradaria, o Espaço 1999 (ainda me lembro dum episódio em que eles ficaram hipnotizados por uns monstros horríveis que invadiram a nave e que só a Maya conseguia ver)…

A nível de decoração, lembro-me de ter papel de parede florido e alguns posteres de crianças com paisagens desfocadas. O artista mais famoso era qualquer coisa Hamilton. Usávamos roupas largas, vestidos compridos e os cabelos com trancinhas. Também se vestiam as famosas calças com patas de elefante ou então as cabeleiras ripadas para cima e para os lados.

E pronto, fico-me por aqui nesta posta saudosista que terá certamente muito em comum com outros trintões como eu, que vivem felizes no século XXI mas que gostam de recordar a infância com muito carinho. Se me lembrar de mais qualquer coisa, depois acrescento ou então deixa as tuas próprias recordações aqui nos comentários ou no teu blogue, pois vou adorar lê-las!

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27 Responses to “Souvenirs”

  1. xung Says:

    E agora vieram-me quase as lágrimas aos olhos.
    Por acaso, hoje, chega cá a minha irmã que vem passar férias. Mesmo a tempo de ver a meia final de amanhã e de eu me chatear com o namorado dela. Seja qual for o resultado, um de nós não vai ficar contente, e ele vai ter que dormir na rua! 😀

    Quanto ao réglisse: sabia a alcatrão, mas a malta gostava! 😛

  2. bombocaa Says:

    Também me lembro de muito do que referiste e à conta da saudade comprei uma parabólica com os canais franceses só para não perder o hábito de ouvir a língua francesa diariamente…
    As Haribo continuam a ser mas melhores 🙂

  3. A minha primeira visita a França foi em 1997… As minhas recordações de infância são todas de cá, mesmo (bem, com uma visita a Badajoz, para comprar caramelos).
    Mas mesmo assim há coisas em comum. O Chapi Chapo também passou por cá, embora eu na altura não gostasse. E o Calimero, claro, mas atenção, quando passou cá pela primeira vez falava italiano. Nunca me habituei a ver o Calimero em francês.
    Na altura também passava por cá na rádio alguma música francesa, por exemplo o Joe Dassin rodava bastante. O Júlio Iglésias também era popular, claro, e depois o disco-sound também passou em força.
    O Espaço 1999 também foi muito visto. Também tinham a colecção de cromos? Para nós era um pouco estranho ver a cores, nos cromos personagens que até aí só tínhamos visto a preto e branco…
    Comias choucroute? Pobre rapariga… Quanto às lentilhas, cozinhavam-se por cá, mas à maneira de feijoada. A primeira vez que fui a França provei uma espécie de salada de lentilhas, mas não fiquei freguês, nem eu nem os meus amigos. Mas também era comida de “catering”, não seria de esperar muito.
    Bem, é melhor ficar por aqui, mas podia ficar a tarde inteira a escrever. Fica para a próxima.

    Beijinhos, e que ganhe o melhor amanhã, ou seja, Portugal! (desculpa lá 😉 )

  4. Zita Says:

    As minhas recordaçoes passam por uma casa com uma grande familia, pais, irmã, avós e bisavós. Passava muitas tardes nos trabalhos da escola com o meu avô que foi polícia. Ele tinha o uniforme, o capacete, o apito, etc. Na Primavera tentava ver pouca televisao e passar muito tempo ao ar livre, subia telhados, trepava árvores, brincava com todos os colegas da rua. O meu pai trabalhava muito, chegava tarde e eu nem imaginava o quanto ele vinha cansado mas mesmo assim gostava de o pentear vezes sem conta e mais algumas coisitas que só a paciencia de um pai atura.
    Aos domingos almoçavamos na minha avó tudo dentro do mesmo pátio, assados no forno a lenha, com um sabor indiscritivel, comiamos malapos assados, broa feita no forno, e ao sabado á noite bacalhau cozido, com couves galegas e bolo (pao de milho) acabado de sair do forno.
    O pao era feito pela minha bisavó que ficava furiosa quando eu decidia furar o pao com os dedos antes de entrar no forno.
    Mais crescidinha gostava de ler, na altura os livros dos Cinco e da Patricia. Via o Verao Azul, o Sitio do Picapau Amarelo.
    Deitava-me cedo, inventava doenças para nao ir à escola mas a minha mãe sabia tudo de cor.
    Para a escola ia de autocarro mas com um grupo de colegas começamos a ir a pé e com esse dinheiro compravamos uns bolos de amendoim no buffet da escola.
    Ouvia o Marco Paulo, o Paulo de Carvalho, os Abba eram uma delicia para os meus ouvidos e gostava muito de dançar.
    O chao da sala era soalho encerado e eu praticava “patinagem” com a minha irmã, assim como via na televisao.
    Tantas recordaçoes, fui sempre feliz só me entristecia quando nao me deixavam brincar com os vizinhos.
    Depois fui aprender música e surgiu mais uma paixao que durou muito tempo.
    O espectaculo, o teatro, entrou na minha vida e ainda hoje tem um gosto muito especial. Qualquer dia nunca se sabe.

  5. umpontoazul Says:

    Temos algumas coisas em comum…mas irei seguir a tua sugestão e fazer um post disso,tá?! Bjs 🙂

  6. Saudades de comer sopa de lentilhas.

    Deu até fome agora! 🙂

  7. wind Says:

    Afinal vimos as mesmas coisas 🙂

  8. cc Says:

    por acaso Chapi Chapo foi o primeiro boneco animado que fixei…aqui em Portugal havia uns tão esquisitos apresentados pelo Vasco Granja ; ora eram da Hungria ou da Bulgaria da Patagonia 😉 …na net existem milhares de páginas feitas por nostalgicos, hÁ uma do senhor Miguel Lopes que eu aprovo a 80% os outros 20% simplesmente não me lembro …(ainda nao era nascido)

  9. Fernando Says:

    Viveste a minha infância, só pode. Estava a ler este teu post e a pensar: fui eu que escrevi?
    Algumas achas para a fogueira da “nossa” (pelos vistos) memória:

    4ª feira – liberté, dormir de manhã, brincar à tarde
    6ª feira à noite – Au théatre ce soir, a preto e branco quase sempre
    Domingo ao fim da tarde – Stade 2, de Thierry Roland, Bernard Père
    O programa que dava diariamente ao final da tarde era apresentado pela Dorothée, não era?
    Stephane Collaro, colaborador do Jacques Martin
    Um programa de variedades que dava todos os dias antes de almoço, apresentado por uma feiosa, Danièle Gilbert
    Todas as colecções de cromos da PANINI
    Os filmes fantásticos (menos os que tinham o famoso rectangle blanc: meninos para a cama)
    Des chiffres et des lettres com o Max Favalleli e um rapaz que fazia sempre “le compte est bon”.
    O meu primeiro amor (que ficou sempre platónico), a Béatrice, que reencontrei por mail há umas semanas atrás, 30 anos depois. Giro, não?
    O “pain viennois”, espécie de baguette mas com massa adocicada (parecida com os croissants portugueses) que fazia uma espécir de riscos na côdea superior.

    Sabes como mato algumas saudades desse tempo? Revejo filmes da época com Alain Delon, Catherine Deneuve, Mireille Darc, Bourvil, Jean Gabin, Romy Schneider, Lino Ventura. Sem legendas. E alguns actuais também.

    Vivi em França entre 1975 e 1981. Globalmente, odiei aqueles tempos pelo que os franceses me fizeram sofrer em termos de racismo (vivi na Lorraine, região muito marcada pelas guerras, avessa a todo o tipo de estrangeiros), mas tenho lembranças boas. As tuas e mais estas, por exemplo.

    Acho que é a primeira vez que comento no teu blog mas já o conhecia e estás nos meus links. Temos amigos comuns: Calmarias, Espreguissadelas, Mentecaptations.
    E amigos da Blogosfera: Ponto Azul e outros.

    Beijos e vamo-nos escrevendo!

  10. jacky Says:

    xung, obrigada pelo link e sim que o namorado da tua irmã fique a dormir na rua! :mrgreen:

    Bombocaa, não tenho parabólica mas já dá para matar saudades na TV5 e na M6!

    Não me lembro dos cromos, Sonhador Acordado, e fizeste-me rir com o coitada acerca da choucroute, não gostaste foi? 😆 Já sabes que te podes alongar à vontade, gosto sempre de te ler 🙂

    Zita, adorei as tuas recordações. Porque não publicas nos textículos? Pena ficarem aqui só nos comentários!

    Ponto azul, ja fui ler-te e nem acredito que me esqueci de falar nos Barbapapa!

    CC, lembro-me ligeiramente dos desenhos animados do Vasco Granja, recordo que eram sempre bastante surrealistas 😉 mas que eram engraçados eram! Obrigada pelo link!

  11. jacky Says:

    Fernando, tive exactamente a mesma sensação ao ler o teu comentário. Estará a falar das minhas recordações?

    Recordo perfeitamente de ver Au Théâtre ce soir e de ver aos fins de semana, de manhã, programas de música exclusivamente dedicados ao acordeão que tanto me faz lembrar Paris!

    Do que tu te foste lembrar! Do desporto! Eu comia tudo desde futebol, a râguebi, a atletismo e seguia com entusiasmo os Jogos Olímpicos! Ainda hoje adoro vê-los e vejo todos os anos os Mundiais de Atletismo em Agosto!

    Sim, era a Dorothée, sim senhor :mrgreen: e havia também a Chantal Goya que cantava para os putos! Lembras-te?

    Fiz imensas colecções de cromos desde os billets de banque à clássica caderneta Barbie!

    Hehehehe o Stephane Colaro, que será feito dele?

    Que coincidência fixe, reencontrar a Beatriz. Eu não mantenho contacto com ninguém. As amizades esfumaram-se com o tempo. Mas tenho uma amiga bestial a Sophie sobre a qual hei-de escrever um dia um post! As vezes revejo La Boum e alguns filmes franceses que tenho por aqui mas poucos. O meu pai arranjou-me o DVD do Chapi Chapo e comprei um ha uns anos dos Barbapapas!

    Infelizmente também senti o racismo na pele e a indiferença de alguns professores perante a minha não-totalidade de origem francesa. Os genes, esses, são totalmente lusos e tripeiros! Lamento que tenhas sofrido mais que eu. O que vale é que agora só guardamos de bom na memória o que realmente vale a pena!

    Se quiseres um dia desses combinamos um almoço com o Pedro (mentecapto) afinal trabalho pertinho dele. Que dizes?

  12. jacky Says:

    Thiago, nunca comi sopa de lentilhas mas era capaz de gostar!

    Wind, as séries e filmes americanos vimos de certeza 🙂

  13. Fernando Says:

    Marca quando quiseres, num dia em que vos seja possível prolongar um pouco mais a hora de almoço. Por mim, tudo bem, trabalho por conta própria. 🙂

    Para evitar a situação habitual do “havemos de marcar e nunca mais se marca”, que tal amanhã? Digam qualquer coisa.

    O Stéphane Collaro vive retirado nas Antilles (que raiva!) porque arranjou bastantes inimigos no meio audio-visual e decidiu mudar de vida.

    Bjs

  14. jacky Says:

    Fernando, não posso… Vou para Paris e depois para o Algarve. Só se for no fim do mês…
    Bem nao me importava de viver longe dos meus inimigos no paraíso 😆

  15. Fernando Says:

    Boas férias e quando voltares combinamos esse almoço com o nosso amigo Pedro com quem também já não estou há anos, desde os tempos da Tuna da FEP.
    Beijinhos e goza bem as férias.

  16. jacky Says:

    loooooool até parece que moramos todos a quilómetros de distância!!!

  17. Bruno Says:

    Nasci em 1975 e vivi em frança até aos meus 13 anos. Lembro-me perfeitamente do delírio que era ter a quarta feira de folga, e passar a tarde a ver desenhos animados. Além desses, o meu herói era o x-or, o cobra, a jeane et serge, gigi, e toda a companhia. Via o Recré a 2 e comprava as revistas Astrapi, Pif gadget, j’aime lire, Okapi, raconte-moi une histoire, etc… Era um atráz do outro. Lembro-me da minha mãe ficar passada por passar tantas horas frente á TV. Foram bons tempos mesmo. Não sei se alguma vez serei assim tão feliz.

  18. jacky Says:

    Bruno, bienvenu à bord 🙂 Temos que conversar mais sobre estes dias felizes que ambos vivemos 😛

  19. Sandra Says:

    Olá! É engraçado,hoje no meu blog também fiz um post sobre as recordações de infância, existe algumas que não são iguais ás vossas mas apercebo-me que me esqueci de algumas coisas; também vi o Calimero, a Alice no pais das maravilhas e lembro-me bem de uma série inglesa que se chamava “VóVó Dinamite” e do “Sal e Pimenta”.
    Como é bom recordar os tempos da nossa meniniçe e inocência…
    Sandra

  20. eeeemaaaaaa Says:

    POIS TAL E QUAL A MINHA INFANCIA…LOL
    TAMBEM NASCI LA E POR LA FIKEI ATE AOS TREZE ANOS
    K SAUDADES ME DEU KANDO REVI TUDO UM POUCO DO K PASSEI

  21. jacky Says:

    É verdade sandra, recordar a infãncia é sempre doce 🙂

    Eeeemmmaaaaaa ue grande coincid~encia, também vivi em França até aos 13 🙂

  22. Paulo Ribeiro Says:

    Olá pessoal, ao ler o que está aqui escrito, até me veio lágrimas aos olhos. Também partilho todos os sentimetos e saudades do passado, meus pais emigraram em 1968 e regressaram a Portugal 1982. Vivi até aos 12 anos em frança. Não é conencidência, é pura verdade. Giro seria alguém ter iniciativa de marcar um almoço/jantar convívio, da malta que por lá passou. Caso alguém tome a iniciativa é enviar o convite para Pauloribeiro7608@hotmail.com . Um abraço para todos os que subscreveram até breve.

  23. Sonia Says:

    Provavelmente nenhum dos que já postaram aqui há tanto tempo, se dará ao trabalho de voltar para ler o meu post mas mesmo assim… deixem-me dizer que também vivi em França, mesmo na bela cidade-luz, no 18e. E lembrar-me dos desenhos animados que via traz-me muito boas recordações: a Candy Candy (vi-a em França e mais tarde em Portugal), o Chapi Chapo (ainda hoje recordo o genérico), l’île aux enfants (com o Casimir, que na altura se vendia nas boulangeries como boneco de plastico que tinha no interior uma pastilha e um brinde – tipo kinder – ainda guardo um deles algures), o caliméro… Adorava a Chantal Goya sempre tão bela com o seu cabelo preto qual branca de neve. Recordo com saudade a pasta de dentes que comia só porque me sabia a pastilha de mentol (VADEMECKUM) e os cubos de açucar que me serviam de pequeno-almoço(o que a minha ralhava, meu Deus…), enquanto dava a mão à Sra. Policia para atravessar a rua e entrar na escola. Recordo os meus colegas de escola, como tínhamos que andar sempre de mão dada nos corredores ao irmos para a sala de aula, a minha primeira paixao por um lourinho adorável chamado Nioneil e nossa mascote da turma, a baixinha Lorrance. Gostava de reencontrá-los mas naquele tempo nem nos passava pela cabeça que nunca mais nos iríamos ver… Que saudades do passado! Obrigado pela viagem no tempo!

  24. rosine Says:

    adorei!!!!!
    revivi a minha infânçia ao ler tudo isto.

    adorei mesmo
    vivi em frança desde 1965 a 1980

    em maule 1965/1972), les mureaux 1972/1977, paris1977/1980

  25. Carla Says:

    É a primeira vez que deixo um comentário num blog mas este mexeu comigo.
    Há muito tempo que não parava para me recordar estas lembranças mágicas da minha infância em França. Vivi de 1973 até 1987 em Forbach, Lorraine, e tudo o que vem aí a ser falado e comentado faz parte do meu tempo passado em França. Tambem adorava ver a Candy, o Goldorack, o Albator, o Chapi-Chapo, o Calimero…tambem me lembro com muita ternura do Tom Sawyer, que acabei por conseguir a coleção toda em dvd. Onde eu vivia, viamos um canal que só passava nessa zona de França, próxima de Alemanha e Luxemburgo, era RTL Luxembourg, onde tambem via um programa para os mais novos chamado “Citron-Grenadine”, tambem me lembro da Marylène Bergman e do Jean-Luc Bertrand…´
    Só boas recordações, adorei viver em Forbach e tenho muitas saudades desses tempos, do Natal com neve, dos “blocs” onde viviamos, todos os amigos e amigas que lá deixei que nunca mais vi…
    Quem me dera voltar atrás…

  26. angelina Says:

    Foi por acaso ao pesquisar Louis de Funés que cheguei aqui…em poucos segundos revivi toda a minha infância, um filme de recordações a passar na minha cabeça e a provocar emoções que há muito não sentia. Nasci em 1972, em Roanne perto de Saint-Etienne e vim para Portugal em 1992, estive lá 20 anos…foi muito bom recordar e saber que há pessoas que viveram momentos de infância identicos aos meus. Obrigada.
    Beijinhos


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