
aletria com açúcares diferentes: baunilhado, chocolatado e canelado (lol mas não em cartão)

aletria com açúcares diferentes: baunilhado, chocolatado e canelado (lol mas não em cartão)

Daqui a pouco, deixo aqui a receita que inventei ontem e deu este aspecto estranho mas que a nível de sabor estava delicioso!!!
Então ontem foi assim:
INGREDIENTES
5 peitos de frango
azeite
cebola picada congelada
açafrão
pimentão doce
ervas de Provence
arroz basmati do lidl
arroz selvagem caçarola
2 latas de milho bonduelle das pequenas
uma mão de pinhões
uma mão de uvas-passas
1 pau de canela
Num tacho grande pus a cebola a alourar no azeite com um pouco de sal grosso. Depois acrescentei os peitos de frango. Quando ficaram dourados, acrescentei água de forma a cobrir o frango um pouco mais acima. Temperei com todas as especiarias aqui referidas e acrescentei os pinhões e as uvas-passas. Quando começou a ferver, coloquei o resto do basmati que tinha + um copo de arroz selvagem. Deixei que o arroz ficasse cozido e no final acrescentei o milho.
Supostamente isto seria frango à mexicana mas como não tinha o livro de receitas comigo fiz do que me lembrava e inventei o resto.
Para ser mais à mexicana, precisa de levar picante. Como não gosto, fiz à parte com picante para quem gosta.
Há dúvidas? É que nunca criei nenhuma receita antes por escrito
Translation by the generous Farruska:
Ingredients
5 chicken breasts
olive oil
chopped frozen onion
saffron
paprika
Herbs de Provence (Provençal herbs)
Basmati rice (from Lidl or other)
Wild rice (brand Caçarola or other)
2 small cans corn (brand bonduelle or other)
a hand full of pine nuts
a hand full of sultanas
In a large pan slightly stir the chopped onion in the olive oil, with a pinch of sea salt.
Add the chicken breast and let them stir until golden. Then add water just enough to cover a little bit over the chicken breasts. Season with all the spices mentioned (saffron, paprika, herbs de Provence) and add the pine nuts and the sultanas.
When it starts to boil, add the rice (some basmati + 1 cup wild rice), and let it cook. Finally, once the rice is cooked, add the corn.
This is my (very) free adaptation of the Mexican rice recipe, as I didn’t have the recipe book with me nor do I like spicy (which as a major role in the Mexican rice)

Ingredientes
* Uma laranja
* Um limão
* Uma maçã
* Uma garrafa de champomy (ou outro espumante para crianças)
* Uma garrafa de 7up ou sprite
* Um pau de canela
* 100 ml de xarope de groselha
* 100 g de açúcar amarelo
* Morangos e/ou frutos dos bosques congelados (que até podem substituir o gelo)
* Gelo
Descascam-se o limão e a laranja e colocam-se no jarro (neste caso, tinha à mão uma jarra e fez o mesmo efeito) as cascas com o açúcar e espalma-se com a colher de pau. Depois, colocam-se os bocados de limão, de laranja e de maçã (esta sem casca). De seguida, vira-se os 100 ml de xarope de groselha, o champomy e a 7up. No final, acrescentam-se o pau de canela e os frutos vermelhos a gosto e/ou o gelo.
Para quem não gosta de álcool ou para festas infantis, fica bem docinho e agradável de se beber! Experimentem e depois digam-me se gostaram…
You Are Pasta Primavera
Compared to most people, you are very active and health conscious.
You take care of yourself and try to live the best life possible.
You are an open minded and experimental person. You are always looking for ways to improve yourself.
Your tastes tend to be ultra modern. You know of trends before anyone else has spotted them.

areias com receita da minha querida e fantástica chef de cuisine Galinha Maria!
butter cookies with wonderful recipe of my friend Galinha Maria
www.flickr.com/photos/agalinhamaria/418744483/

Ingredientes:
Este doce pode ser servido quente, à temperatura ambiente ou frio. Pode-se também deixar esfriar completamente envolvendo a forma com película aderente. É o ideal para quem costuma ter sobras de pão!
Receita:
1. Em Forno pré-aquecido, colocar uma forma untada em manteiga (eu coloquei papel vegetal que dá mais jeito para limpar) deixar torrar o pão levemente.
2. Numa panela média, combinar o leite, o chocolate e a manteiga, numa temperatura média, mexer ocasionalmente, até que o chocolate derreta, cerca de 5 minutos.
3. Espalhar uniformemente as fatias de pão numa forma se não foi feito anteriormente na forma preparada. Numa tigela média, bater os ovos, o açúcar granulado e a baunilha. Quando estiver bem batido, misturar ao preparado de leite que se fez anteriormente. Quando estiver tudo misturado, deitar abundantemente o preparado por cima das fatias de pão.
4. Colocar no forno até o pão inchar e ficar firme, cerca de 25 minutos. Deixar arrefecer, pelo menos, 10 minutos, polvilhar com o outro açúcar um pouco antes de servir.
Eu utilizei variadas fatias de pão pois sobrou imenso pão na Páscoa. O que achei mais saboroso foi o pudim de regueifa de chocolate, pois ficou mais fofo e menos duro.

Oh pa, ontem vi isto no super-mercado e comprei mas quem comeu as verdadeiras Bombokas, coisa doce tão fofinha, sabe que não é a mesma coisa…
Ai que saudades!
Há cerca de uma semana estive no Porto e estive num café que vos recomendo. Chama-se Café & Letras. Fica em Leça da Palmeira, em frente ao bar da praia de Fuzelhas. Tem ambiente acolhedor, doces caseiros e o pessoal é muito simpático.
Há muito tempo que não saía à noite e para reiniciar foi óptimo. Adorei estar com a minha amiga Paula Tinoco de há muitos anos. Conhecemo-nos no 8º ano e a nossa amizade nunca se perdeu. Um abraço apertadinho a uma das minhas raras amigas!
Café & Letras – Rua Helena Vieira da Silva, Edifício 4 mares, Leça da Palmeira, Matosinhos.
Comecei a ver o sentido do gosto há 15 dias na RTP1 e tenho pena de ter perdido os anteriores. O engº José Bento dos Santos é um excelente comunicador e professor pois fala de uma forma simples de coisas básicas que nem toda a gente sabe. Tudo tem um ar delicioso e dá mesmo vontade de aprender a cozinhar ou de se voltar a interessar por culinária.
Visitem o site ou vejam o programa às terças à noite depois do Telejornal. Não se vão arrepender!
Receita
Ingredientes:
Descascar as maçãs e cortá-las às fatias fininhas. Ligar o forno a 200ºC.
Misturar a manteiga (previamente derretida no micro-ondas, cerca de 20 segundos) com o açúcar e os ovos inteiros. Depois de formar um preparado macio, junta-se a farinha e a maizena e leite a olhómetro para que a massa não fique nem muito líquida nem muito grossa. Há quem também acrecente sumo de meio limão, mas eu não costumo.
Colocar a massa numa base de tarte (mas sem ser daquelas que têm o fundo amovível, senão a massa sendo ligeiramente líquida sai toda pelos lados) e depois decorar a tarte com as fatias da maçã da forma como gostares mais.
Colocar no forno previamente aquecido e esperar cerca de 20/30 minutos até ficar douradinha. Et voilá!

INGREDIENTES
5 peitos de frango
azeite
cebola picada congelada
açafrão
pimentão doce
ervas de Provence
arroz basmati do lidl
arroz selvagem caçarola
2 latas de milho bonduelle das pequenas
uma mão de pinhões
uma mão de uvas-passas
1 pau de canela
Num tacho grande pus a cebola a alourar no azeite com um pouco de sal grosso. Depois acrescentei os peitos de frango. Quando ficaram dourados, acrescentei água de forma a cobrir o frango um pouco mais acima. Temperei com todas as especiarias aqui referidas e acrescentei os pinhões e as uvas-passas. Quando começou a ferver, coloquei o resto do basmati que tinha + um copo de arroz selvagem. Deixei que o arroz ficasse cozido e no final acrescentei o milho.
Supostamente isto seria frango à mexicana mas como não tinha o livro de receitas comigo fiz do que me lembrava e inventei o resto.
Para ser mais à mexicana, precisa de levar picante. Como não gosto, fiz à parte com picante para quem gosta.
Há dúvidas? É que nunca criei nenhuma receita antes por escrito
No dia de Natal, levantei-me então de madrugada para tratar do Gaspar! Eram cerca das 7h30. Tirei-o do banho de beleza que incluía laranjas, limões, especiarias variadas e até um pau de canela.

Depois, deixei-o a escorrer e fui fazer o picado. Cortei a carne aos bocadinhos e as variadas carnes frias, as ameixas e os alperces secos, com a ajuda da minha grande amiga Claudia aka Ponto Azul
Entretanto, fui buscar a picadora ao armário e comecei a picar tudo. Primeiro problema: não picava! Segundo problema: começa a cheirar a queimado e damo-nos conta que a picadora estava a deitar fumo!!! Deitou-se a picadora ao lixo que tralha já há que chegue aqui em casa e lembramo-nos da varinha mágica para remediar a situação. Terceiro problema: fazia barulho mas a varinha mantinha-se impávida e serena! Desisti então de enfiar o picado no rabo do Gaspar e lá foi ele fazer sauna assim ao natural para dentro do forno… durante várias horas.
Passado algum tempo, descascamos as batatas que nos tinham sido recambiadas como: – Estas batatas são muito boas!!! Algumas estavam podres por dentro. Lixo! Juntámos as batatas ao peru para assarem. Quis fazer arroz para acompanhar pois havia crianças no almoço que preferem arroz a batatas. Quarto problema: a placa não funcionava por causa do calor do forno.
Passado mais algum tempo, fomos salpicando o Gaspar com vinho branco e virando-o para ele não se queimar. As batatas ao fim de muitos minutos não assavam. Os meus pais chegaram com a picadora deles e eu decidi fazer o picado à parte. Preparei tudo e pus no forno a assar juntamente com as batatas e o Gaspar.
Por volta das 13h, o Gaspar estava pronto a ser apresentado aos ilustres convidados da minha imensa mansão. Liguei-lhes pelos telemóveis para virem do quarto nº 100 até à sala de jantar
e servi finalmente o almoço. O Ambrósio estava de folga, tive que ser mesmo eu! Quinto problema: as castanhas e as cenourinhas estavam quase queimadas mas as batatas continuavam semi-cruas ao fim de várias horas…
Não sou nenhuma decoradora de pratos, por isso coloquei o Gaspar assim mesmo na mesa.

Comemos o peru, o picado, as castanhas e as cenourinhas bebé enquanto as batatas continuavam sozinhas no forno a assar. Já no final da refeição, à hora da sobremesa, os cornos, perdão! as batatas ainda estavam semi-cruas…
Vieram então as sobremesas tradicionais como o pão de Ló, o bolo-rei, a aletria, formigos e ainda uma coisa nova que experimentei fazer chamada mousse de chocolate com chocolate branco e manga. E estava uma delícia!!! Prometo publicar foto e receita logo que possível.
E pronto, assim acabou a minha aventura de Natal com o Gaspar. Para o ano há mais. Talvez com o Belchior ou o Baltazar, quem sabe?
Mas será que não se fala em mais nada estes dias? Pois, eu sei, tema repetitivo, mas vão ter que levar com ele também neste blogue.
Este ano, sou eu que vou cozinhar na véspera de Natal (o famoso bacalhau cozido com batatas) e também no próprio dia. Este ano, para ser diferente, decidi fazer Peru recheado pela primeira vez. Pensei que o pessoal ia gostar de uma mudança nos nossos hábitos. Mas… confiam tanto nas minhas capacidades culinárias que começaram logo os comentários:
- Um peru? Quê coxas? Tão grande? E tu sabes fazer? Um peru inteiro? Hein? Vais fazer um perúuu???
E pronto, desde então, instalou-se o pânico geral na família! Encomendaram-me um peru de 4 kg (o mais pequeno) e já queriam que fosse congelado, preparado, embalsamado, eu sei lá que mais… Eu, como sou uma net girl, andei a ver na net várias receitas e fiz um apanhado para ir comprar os ingredientes que eram precisos.
Ontem, no hipermercado, outra aventura! Tinha lido que tinha de cozer o peru com um fio especial para o recheio não sair durante a cozedura mas e arranjar o raio do fio na secção dos utensílios? Nada! Tirei então um bilhete para o talho e esperei com o meu ar inocente e tótó. Quando me atenderam expliquei que ia fazer o meu primeiro peru e que precisava de fio e não saber qual era… O responsável da secção foi especialmente comigo à secção bricolage à procura do famoso fio mas ou havia grosso ou havia fino. Voltámos ao talho e mandou alguém buscar o fio lá dentro para me dar algum para o meu famoso peru. Há coisas simpáticas, não há?
Entretanto, o peru sempre que se abria a porta do frigorífico acenava com a cabeça e gluglusava quando lhe dizíamos: – Olá Gaspar! Porque o baptizámos como manda a boa educação com o mesmo nome do peru de Natal da série conta-me como foi (RTP1 domingos à noite).
Nesta altura, o Gaspar encontra-se de boa saúde a fazer um banho de beleza há várias horas entre laranjas, limões e especiarias várias. Logo à noite far-se-á o recheio para lhe enfiar no traseiro, com ameixas pretas, carnes variadas e pinhões (que custaram os olhos da cara).
Mesmo que o peru fique intragável, pelo menos, ficará para a história como o perú mais acarinhado e apaparicado depois de criticado e argumentado por todos! Se ficar óptimo, tiro foto e publico a receita…
E pronto, lá me vou para a cozinha, namorar mais um pouco o Gaspar, mas não quero partir sem vos desejar a todos um Natal muito doce! Não se esqueçam que mesmo que se sintam sós, estarei a pensar em vocês que por aqui passam e que de certa forma estão ligados a mim por laços de amorizade. Um abraço apertadinho e até amanhã!
Mesmo que não tenhas neste Natal aquilo que desejas, ama os que te amam!

Receita de compota de manga:
1 kg de manga descascada
800g de açúcar
Misturar bem o açúcar e as mangas cortadas aos pedacinhos. Ter cuidado com lume muito forte senão pode acontecer terem caramelo de manga em vez de compota. Deixar cozer até ficar no ponto. Passar com a varinha mágica. Costumo deixar uns pedacinhos de fruta por passar, mas isso depende muito do gosto de cada um.
Numa panela à parte, colocar os frascos e as tampas a ferver durante pelo menos 10mn para ficar tudo bem esterilizado.
Quando a compota estiver pronta e os frascos secos, colocar a compota dentro. Fechar bem a tampa e voltar a pôr os frascos numa panela com pouca água e deixar ferver uns minutos. E pronto, já está.
A minha compota favorita é a de abóbora com pedaços de amêndoa e a tua, qual é?
| You Could Maybe Be a Vegetarian |
![]() You may think being vegetarian is a great idea, but you don’t have all the tools to get started. Find a local vegetarian group or buy a few vegetarian books. Even if you don’t go completely veggie, you can introduce more vegetarian foods into your diet! |
Por acaso, já fui várias vezes a restaurantes vegetarianos e gosto imenso! Já tentei inclusive cozinhar soja em casa mas ficou uma porcaria… O problema com as receitas de comida vegetariana é que têm sempre ingredientes complicados que não se encontram em supermercados comuns e é pena porque assim dificulta imenso a feitura dos pratos… E tu, já provaste comida vegetariana? O que achaste?
O risotto é um prato italiano que entrou na moda estes últimos tempos. Não é um prato para ser elaborado por pessoas impacientes pois os líquidos devem ser acrescentados pouco a pouco e é necessário estar sempre a mexer o arroz para que fique bem cremoso.
Ingredientes para 4 pessoas
Numa frigideira funda, aloura-se a cebola e o alho em azeite até ficarem translúcidos a fogo brando. Depois, aumenta-se o fogo para médio e acrescenta-se o arroz. Não se deve parar de mexer durante 2 minutos. De seguida, vai-se acrescentando o caldo de carne aos bocadinhos sempre que o arroz for absorvendo a água sem deixar de mexer. Passados 10 mn, acrescentam-se as lentilhas, já escorridas e o resto do caldo de carne. Quase no final, acrescentam-se as tirinhas de salpicão, o sal e a pimenta. Antes de servir, adiciona-se o queijo parmesão a gosto e mexe-se. Servir quente em pratos individuais decorado com salsa ou com o que vos apetecer.
O aspecto melado não abona muito a favor da receita mas garanto-vos que é mesmo muito bom.
Ingredientes
Descascam-se o limão e a laranja e colocam-se no jarro (neste caso, tinha à mão uma jarra e fez o mesmo efeito) as cascas com o açúcar e espalma-se com a colher de pau. Depois, colocam-se os bocados de limão, de laranja e de maçã (esta sem casca). De seguida, vira-se os 100 ml de xarope de groselha, o champomy e a 7up. No final, acrescentam-se o pau de canela e os frutos vermelhos a gosto e/ou o gelo.
Para quem não gosta de álcool ou para festas infantis, fica bem docinho e agradável de se beber! Experimentem e depois digam-me se gostaram…