Amorizade

Amor + Amizade – Termo de Luandino Vieira

reciprocidade 09/10/2009

Arquivado em: amizade — jacky @ 1:52 pm

reciprocidade

Se queres amigos, acha-os.
Se não queres o tédio, enche os tempos mortos.
Se desejas ser ouvido(a), escuta.
Se não desejas estar só, acompanha.
Se pretendes ser entendido(a), compreende.
Se não pretendes más palavras, não sejas maldizente.
Se queres conversar, telefona.
Se não queres o silêncio, ouve as vozes.
Se aspiras à tolerância, aceita.
Se não aspiras o fim, olha para o horizonte…

Obrigada a todos os que me têm dado uma amizade incondicional mesmo se nem sempre correspondo com a mesma reciprocidade estes dias, é que me sinto tão cansada de não dormir. Bom fim de semana!

If you want friends, find them.
If you do not want boredom, fill the blank time.
If you wish to be heard (a) listen.
If you do not wish to be alone, join them.
If you wish to be understood (a) understand.
If you don’t want bad words, do not tell them.
If you want to talk, phone.
If you do not want silence, hear the voices.
If you aspire to tolerance, accept others..
If you do not aspire to the end, look to the horizon …

Thank you my riends for being there even if I’ve not been here as well, I feel so tired because i don’t sleep for so many months. Have a great week-end.

 

Carta à minha Dina 09/07/2009

Arquivado em: amizade, cartas da jacky — jacky @ 1:02 pm

A minha Dina é um fenómeno da natureza. Se tivesse de encarnar um elemento da natureza seria o fogo: perpétuo vulcão. Se fosse um sentimento, seria a alegria contagiante.

A minha Dina, quando ri, dá gargalhadas que entusiasmam a pessoa mais depressiva do mundo. Quando reconforta alguém, usa palavras divertidas que bem-humoram qualquer um.

A minha Dina é amiga dos animais e os animais sabem-no bem. Tem alma generosa e fiel como os cães, tem temperamente alegre como os pássaros, é independente como os gatos e é luminosa e colorida como um papagaio.

A minha Dina não se deixa influenciar pelas limitações do corpo nem pelas tristezas da alma.

A minha Dina é um fenómeno da Natureza e eu fico feliz por tê-la presente na minha vida!

Obrigada, Dina.

Beijinhos

Jacky

(09.07.2009)

 

Amizades depressivas 01/04/2009

Arquivado em: amizade — jacky @ 3:45 pm

obrigada!

Seria insensato pensar que a amizade é um sentimento sentido por todos, da mesma forma. O ser humano relaciona-se com os outros através da sua própria percepção, filtrando o mundo através da sua grelha de saberes, experiências e vivências anteriores.
Hoje vou falar sobre a amizade depressiva.

A amizade depressiva surge quando alguém que se sente em baixo se aproxima de nós para lhe darmos apoio. Sentimo-nos lisonjeados porque alguém reconhece em nós um psicólogo em potência, como se fôssemos mais confortáveis que o próprio divã de um psiquiatra. Seguimos de perto a amizade depressiva, tornamo-nos disponíveis porque sabemos que alguém precisa de nós. Ouvimos dias e dias as mesmas lamentações, passamos horas ao telefone ou até em presença a prestar atenção a confidências e até segredos sombrios. que não gostamos de descobrir, mas se não formos nós quem o fará? Por vezes, até prejudicamos outras pessoas (familiares, amigos, amores) não estando com elas para dar assistência a amizade depressiva. A verdade é que a amizade retribui, é capaz de fazer qualquer coisa por nós, gosta também de saber que pode dar uma certa dose de reciprocidade. No fundo, o que é a amizade, senão uma certa entre-ajuda, uma certa reciprocidade nos sentimentos e nas acções?

E há um momento em que a amizade depressiva melhora e ficamos contentes. Já não somos imprescindíveis mas também era um fardo pesado de se carregar, ter a sensação que uma vida depende de nós e podermos falhar. A amizade depressiva passa a amizade simples.

E depois há um dia, em que por motivos externos ou internos, a vida nos deita abaixo e somos nós que entristecemos, sentimo-nos infelizes e precisamos de alguém. Decidimos recorrer a quem já passou por isso. Achamos que sim, poderá compreender-nos, ouvir-nos, prestar a atenção que precisamos. Pensamos que as sementes de amizade que andámos a plantar tantos meses, tantos anos, deram fruto e que podemos colher palavras de carinho, conforto e amizade, tempo de partilha e toda a disponibilidade que puder. Pois é… O problema é que muitas vezes isso não acontece. Ouvem umas vezes, mas outras nem atendem o telefone. Aparecem umas vezes e outras nem sabemos onde estão. A reciprocidade não funcionou, estão ocupados com os seus afazeres, com outras pessoas e o tempo que nos sobra é quase nenhum. Ao fim duns tempos, compreendemos que, se dependermos dessa pessoa para nos rerguermos, que bem ficamos abaixo de cão, sabemos que estamos sozinhos e que se quisermos passar a perna à depressão, só o poderemos fazer por nós próprios ou com a ajuda de alguém com que por vezes nem sequer temos muita confiança.

A vida continua e a depressão acaba por passar, mas houve algo que se quebrou: um pequeno fosso que já se torna difícil de se ultrapassar. É precisa a construção de uma ponte, mas não do nosso lado, para a amizade poder sobreviver… E assim é a história  da maioria das amizades depressivas, salvo raras excepções…

Dedico este texto às minhas amigas Paula Tinoco, Carmito e Cristina Vilar, que sabem o que eu quero dizer com isto e às minhas amigas do flickr (Ana, Carmem, Claudia, Dina, Filipa, Janaina, Joy, Laura, Liliana, Maria, Maria João, Orit, Ritas, Tara, Terrie) que, embora «virtuais» me deram a mão (por telefone, por sms, por email, com presentes inesperados) quando precisei, obrigada!

 

os raros melhores amigos… 02/03/2009

Arquivado em: amizade — jacky @ 4:53 pm

As pessoas povoam a nossa vida como os malmequeres crescem nos campos. Algumas passam e não reparamos nelas. Outras destacam-se por qualquer motivo. Várias se tornam amigas. Raramente, uma ou duas pessoas se tornam as melhores amigas.

O melhor amigo como os simples amigos tem afinidades connosco, tem gostos em comum, tem qualidades e defeitos mútuos, ri-se e chora connosco, ouve-nos nos dias maus e conta-nos o que lhe apetecer, liga-nos sempre que pode e atende-nos sempre que pode, mas a diferença entre o simples e o melhor está aqui: sabemos que onde quer que se encontre, a que fuso horário estiver, a fazer o que calhar, podemos contar com ele. Sabemos que conhece o melhor de nós, mas que também conhece o pior, e mesmo assim não desiste de nós…

O amigo novo é mais fácil de guardar porque podemos esconder-lhe os dias negros da nossa existência e apenas mostrar o que temos de bom. Podemos criar uma espécie de super eu para o amigo novo, como se fóssemos um livro ao qual arrancámos as páginas de passado e mostramos apenas as páginas novas que queremos ser no futuro. Passamos a ser um livro estranho, com uma lombada mole, com folhas que se podem soltar porque estão descosidas do seu próprio passado. Um dia, as folhas arrancadas podem ser encontradas por acaso pelo amigo novo… Será que o conseguiremos manter quando descobrir que omitimos uma grande parte de nós? Talvez sim, talvez não…

Os raros melhores amigos com os quais temos o privilégio de partilhar a nossa vida são demasiado preciosos para podermos ser ingratos com eles, para os negligenciarmos, para os pormos de parte e o que mais quero na vida é que isso nunca me aconteça. Deus queira que eu saiba sempre estimar os meus raros melhores amigos…

E tu, já estimaste os teus raros melhores amigos hoje?

 

Carta à minha amiga Rosita 13/01/2009

Arquivado em: amizade, cartas da jacky — jacky @ 11:59 am

Rosita,

Sem te conhecer pessoalmente, chamei-te Rosita, como a mana mais nova do Ruca. Achei que te ficava bem. O pouco que conhecia de ti fazia-me lembrar as rositas de Santa Teresinha, que além de serem muito mimosas, têm o perfume que mais me encanta. Muitas vezes, ando a passear na rua e de repente algo me faz levantar o nariz e parar, trazendo-me boas recordações, e quando olho para cima, vejo as rositas de Santa Teresinha a acenarem-me com o seu perfume.

Podias ser uma rosa rara, de coleccionador, porque tens raça. Não fazes nada de especial para isso, nasceu contigo. Há muita gente que anda pelo jet set a tentar por todos os meios ter essa elegância natural que emana de ti, nem sei porque se esforçam, a raça vem de dentro, não é um adorno que se veste por fora.

Por qualquer acaso, foste tu que me descobriste e me mimaste sem me conhecer, assim como as rositas de Santa Teresinha quando ando na rua. O acaso foi feliz. Ficámos amigas…

Hoje é um dia especial, fazes anos. Que sejas mimada por todos aqueles que reconhecem o valor das rositas quando passam por elas na rua. Que o aroma da amorizade perfume todos os teus dias!

Com amorizade

Jacky (13.01.2009)

 

Carta à minha amiga Pediatra com P 14/10/2008

Arquivado em: amizade, cartas da jacky — jacky @ 8:51 pm

Se começasse esta carta por Querida Maria do Carmo, seria bastante estranho, porque quem te conhece bem, te trata por Carmito. É um diminutivo que te fica bem porque és assim mesmo: miudinha e mimosa. Também ficaria bem começar com Dra. Carmo porque és assim mesmo: a Dra da Família.

Não sei bem há quantos anos nos conhecemos, já são alguns. Ao longo destes anos de convívio, devo dizer que quanto mais te conheço, mais gosto de ti, o que infelizmente nem sempre acontece com laços que se criam em idade adulta. Gostamos da pessoa de imediato, mas com o tempo começamos a descobrir certas facetas irritantes ou simplesmente que não se enquadram nos nossos valores e os laços desfazem-se. Não é este o caso.

Temos algo em comum que, por vezes, é uma desvantagem que é o parecermos bem mais novas do que realmente somos. Devido ao nosso aspecto juvenil, as pessoas nem sempre nos levam a sério. Falo por mim… As pessoas tratam-me por tu, minha filha, ou dizem coisas do género: – Ainda és muito nova para… ou – Ainda tens de aprender muito para… Cheguei inclusive a ser confundida com os meus alunos nos corredores da escola e uma funcionária até me barrou o acesso ao corredor dos professores. Pelo menos, tu, sempre pensam duas vezes quando te vêem de estetoscópio ao pescoço e de bata branca! É uma vantagem porque ambas somos boas naquilo que fazemos e nas coisas em que nos empenhamos, o que é um trunfo quando nos subestimam em assuntos importantes.

És a médica do meu filho há vários anos (depois de ter tido outros dois, com os quais não funcionámos bem) e também não tenho vergonha nenhuma de dizer que és a minha própria pediatra, embora já seja grandinha. Tenho umas alergias, asma, mas doenças raramente tenho. Por isso, quando tenho, telefono-te, vou ter contigo e costumas ser tu a minha melhor conselheira. Embora eu nem sempre seja uma paciente fácil, porque parece que estou sempre a contra-argumentar o que me dizem, faço sempre tudo o que tu dizes porque sei que és a melhor. Além de teres o teu consultório, tens experiência que poucos pediatras e até médicos podem gabar-se de ter: foste a melhor aluna de medicina da Universidade do Porto, além de ser a melhor noutros anos e em várias disciplinas, andaste nas ambulâncias a tratar de recém-nascidos, fizeste urgências, foste a congressos, deste palestras sobre inúmeros temas, ganhaste mais de uma dúzia de prémios, até aprendeste a dar injecções para o caso de ser preciso, ou seja, fazes mesmo aquilo que gostas e tens vocação! És uma médica dedidcada aos seus pacientes, sempre atenta, disponível, preocupada quando estão doentes, interessada pela sua vida e bem-estar. As tuas crianças não são nomes escritos numa ficha de papel, são pessoas que conheces por dentro e por fora porque és médica de alma e coração.

Quem ler esta carta vai pensar que exagero porque somos amigas, mas não estou a exagerar, que o digam as mães que te ligam a meio da noite quando os filhos estão doentes, que confirmem os pais que sabem que estás disponível para ir ao consultório a horas tardias e até de ir ao hospital sem ser na tua hora só para poderes consultar os teus meninos.

Quanto a sermos amigas, não tenho dúvidas nenhumas que vai ser difícil encontrar outra amiga como tu, uma pessoa tão dedicada, que abdicou do seu fim de semana e de estar com a família, para vir assistir ao meu parto, numa cidade que não é sua, num hospital onde desconhece todos os colegas. Que maior prova de amizade poderia eu receber do que ter-te ao meu lado nessas horas tão dolorosas e ter-te presente à nascença da minha filha para me dares a certeza que seria bem auscultada e cuidada? Porque sabes que tenho tendência para neurotizar a ansiedade e que só ficaria descansada quando a visses?

Sabes Carmito, por muitos anos que viva e mesmo que te enchesse de prendas nos próxmos 50 anos, nunca poderei retribuir o que fizeste por mim e pelos meus filhos, porque não há dinheiro que pague dedicação, amizade, compaixão, compreensão com a minha forma de estar peculiar. Só posso prometer que vou fazer um grande esforço para não te responder: – Eu sei, a cada conselho que me dês. Sei que pareço contestária, mas fui sempre assim, estou melhor, mas ainda não me corrigi totalmente. Na verdade tudo o que dizes, para mim é lei! E também sei que centenas de pais também te obedeceram e seguiram cegamente tudo o que disseste porque és realmente das melhores médicas do país como também um dos melhores seres humanos que conhecemos!

Carmito, obrigada por seres quem és e obrigada à Providência por ter feito cruzar o teu caminho com o meu.

Um abraço apertadinho

jacky

Dados úteis onde podem encontrar a Dra Maria do Carmo Teixeira:

Clínica Médica e Pediátrica Dra Carmo Teixeira

Rua de S. Gens, 3940

4460-219 Custóias – Matosinhos

Tel: 22 953 62 69 – Tlm: 96 371 81 01

Email: drcarmoteixeira@netcabo.pt

 

Nó e Laço 21/08/2008

Arquivado em: amizade, emoções — jacky @ 11:37 am

O que é um laço? Talvez um nó que se desfaz mais facilmente? Talvez por isso na amizade, se criem laços entre as pessoas e não nós. Um laço desata se não for apertado com cuidado. Na amizade, um laço que não é reforçado acaba por separar duas fitas que estavam unidas por experiências em comum, gostos, afinidades e passados que se viveram em conjunto.

A raposa dizia ao principezinho que cativar significa criar laços. Talvez esteja a magia da amizade sabermos que os laços se podem desfazer. Nenhuma fita deveria ficar eternamente amarrada a um nó, submeter-se a ele.

E depois, que fazer quando o laço se desfaz? Não sei… Tentar novo vínculo? Fazer o luto de alguém que partilhou a sua vida connosco e agora já não está disponível efectiva e afectivamente? Não sei… Mesmo assim prefiro criar laços temporários a nós obrigatórios. Só quem tem a liberdade de se afastar é que pode regressar um dia…

first christmas card

 

um dia amoroso para ti! 14/02/2008

Arquivado em: amizade, amor, testes — jacky @ 5:30 pm

Porque namorados à parte, todos merecem amor todos os dias! Abraça e beija quem gostas mais neste dia :)

Your Kissing Grade: B

You are a good kisser, and your kisses definitely leave a mark.
As you know, there’s always room for a little improvement when it comes to kissing.
Try to figure out what your kissing partner really likes, and customize your kissing style just for them!
 

Amizades… 08/02/2008

Arquivado em: amizade — jacky @ 11:31 am

Ai as amizades! São-nos tão necessárias como água que sacia a sede. Podemos viver sem amores, mas nunca sem amigos.

  • Um amigo não é perfeito, mas também se idealiza.
  • Um amigo está disponível, mas também ausente.
  • Um amigo tem gostos comuns, mas também prima pela diferença.
  • Um amigo é um espelho, mas também fica baço por vezes.
  • Um amigo é uma porta escancarada, mas também com janelas abertas.
  • Um amigo é eterno, mas também mortal…

Assim sendo, as amizades deveriam ser ouro sobre azul, flores em deserto, estrelas em céu cinzento. Pois deveriam, mas nem sempre são, porque as amizades nem sempre são recíprocas, porque nem sempre investem a mesma energia na relação para que funcione, porque se criam expectativas que não são cumpridas…

A amizade é como uma estrada com dois sentidos: eu estou numa ponta e tu estás na outra e a amizade torna-se possível se percorremos a distãncia que nos separa. Se for sempre eu a caminhar numa estrada de sentido único, não existe amizade. Não vale a pena então dispender tanta energia, mais vale acabar com essa estrada e mudar de direcção, encontrar outras estradas mais férteis.

Podemos deixar a amizade esmorecer aos poucos como uma planta que se deixa de regar e que vai definhando até morrer ou podemos simplesmente acabar com ela, como quem se divorcia mas sem processo em tribunal, porque as amizades moribundas também fazem sofrer quem mais investiu e não ganhou nada em troca. Uma amizade perdida é também perder um pouco de nós porque investimos muito de nós numa construção a dois.

O sofrimento de uma amizade que se esfumou com o tempo tem a sua razão de ser, para aprendermos a ter cuidado uma próxima vez, para descobrirmos dentro de nós por que precisamos assim tanto de alguém que não nos quer, para olharmos em volta e darmos uma oportunidade a quem quer realmente ser nosso amigo e nunca reparamos…

Dedico este texto aos meus amigos, àqueles que nunca me recusam uma palavra nem um abraço. Obrigada pela amizade!

 

Prémio Visitante 18/10/2007

Arquivado em: amizade, amor, blogosfera — jacky @ 12:38 pm

premiovisitante.jpg

A Gotinha ofereceu-me o prémio visitante e decidiu nomear todas as pessoas que conheceu através dos blogues. Achei uma ideia fantástica. Posso inclusive dizer que, embora haja pessoas mal-intencionadas em todo o lado, não só na Internet e Blogosfera, a maioria das pessoas que conheci através dos blogues é fantástica! Também teci redes de amorizade com pessoas que não conheço pessoalmente mas com quem converso no messenger (como se estivéssemos no café do nosso bairro) ou por email (como se fazia antigamente por carta) e sei que elas me apoiam e elas também sabem que têm a minha amorizade sempre disponível.

Fui ao meu primeiro encontro de blogues em 2004 acho eu. Foi organizado pelo Orlando (Letras com Garfos) e lá tive o prazer de ver com os meus próprios olhos o CAPezito (Renascido) e a sua filhota, a Helena (Loopy), o Filipe (Jack’s Blog), o Fernando (Cidadão do Mundo), a Cristina (Com Pinga de Sangue), a Catarina (100 nada), o Altino (food-I-do), o Nelson (jotakapa), a Clara (puta de vida), o Joaquim (Lobices), o Jorge (Rádio em Portugal), o Pedro (Mentecapto), o Rogério (Indústrias Culturais), o Carlos a.a., o Gandra (Gandratruck), a Manuela (passo a passo), a Nazaré (Canto da Sereia), o Fernando (Angústias de um professor)… Foi giro ver a cara real que se imaginava nas palavras de um blogue…

Fui a outros encontros em Lisboa, em Beja e em Gaia. Conheci a Madalena, a Encandescente, o João (Gomezzz), a São (Pandora’s box), a Isabel (wind), o João Espinho, a Karina (Starmoon), o Luis Ene, a Otília, o PmA, o Yardbird, a Amita, a Betânia…

Com outros, encontrei-me para um cafezinho como a Luisa, o MC, o Nandokas, o Uther e a Ceres.

Ainda em Outubro ou talvez em Novembro, vou-me encontrar com umas amigas criativas do flick’r e tenho a certeza que vai ser muito giro vermo-nos!

Vai ser difícil nomear aqui todas as pessoas que conheci pessoalmente através da blogosfera mas vou tentar. Vou ter de ir ver aos arquivos os encontros de blogues a que fui. Se me esquecer de alguém é favor dizer!

Vou pondo aqui os links conforme for tendo tempo…

Também queria nomear alguns visitantes sem links de que gosto muito e que conheci pessoalmente como o Alexandre e de outras pessoas formidáveis e que agora não me ocorrem os nomes porque os neurónios ainda não acordaram…

Muito obrigada pela partilha de amorizade

 

É hoje, abraça-me carago! 13/04/2007

Arquivado em: amizade, amor — jacky @ 10:57 am

abracamecarago.jpg

(clica na foto para a ver em tamanho real)

Encontrei esta foto espectacular no Chez Maria e adorei! Não te esqueças que é hoje o dia dos abraços grátis no Porto, em frente ao Rivoli, às 15h. Logo hoje que estou na capital a trabalhar… buááááááá :cry: ! Divirtam-se e depois contem-me tudo!

Para todos os outros, um beijinho especial com sabor a trevo de 4 folhas nesta sexta-feira dia 13!

 

Abraços grátis no Porto dia 13 de Abril 04/04/2007

Arquivado em: amizade, amor — jacky @ 8:46 pm

Pessoal, o ano passado já houve abraços grátis na cidade invicta, seguindo a ideia original do australiano Juan Mann. Correu tão bem a iniciativa que foi decidido promover-se um 2º round. Vai ser dia 13 de Abril de 2007, às 15h30, na praça D. João I, em frente ao Rivoli.

Enquanto ficam à espera podem ver o video do 1º round! Espero que gostem!

 

Considerandos sobre o amor (62) 02/03/2007

Arquivado em: amizade, considerandos sobre o amor — jacky @ 1:46 pm

A matéria dos afectos

Rabi Khan

Esta semana, tive o prazer de materializar dois afectos novos. Embora se saiba que há muita gente mal-intencionada na Internet, não me posso queixar. Tenho conhecido pessoas muito interessantes graças a esse meio de comunicação, principalmente desde que tenho blogues. Talvez por ser amorizade, atraio os afectos facilmente. Posso inclusive gabar-me que tenho mais amigos do que dedos nas mãos, que dar aos outros é sempre retribuido mais tarde ou mais cedo. Cada dia que passa comprova-me que vivermos para o nosso umbigo limita a realidade e o próprio mundo. Gosto de olhar em frente e para os lados e ver os umbigos dos outros. Talvez por isso, as pessoas confiem em mim e gostem de conversar comigo. Acredito que todas as pessoas são únicas e que posso sempre aprender algo com elas e trocar experiências que nos façam enriquecer mutuamente. Tento dar um pouco de mim a todos que se aproximem de mim e recebo sempre muito em troca.

Esta semana, tive o prazer de materializar em olhares vivos e sorrisos meigos duas pessoas com quem me corresponde há uns tempos via email e devo dizer que é tão bom ser amorizade! :) Obrigada Alexandre e Ceres!

 

Amorizade! 28/11/2006

Arquivado em: amizade — jacky @ 12:20 pm

Mas que coisa mais riquinha que a Tina fez para mim :) Ora vejam! E depois adaptem para quem mais gostam! Beijinhos

 

Obrigada! 12/11/2006

Arquivado em: amizade, blogosfera — jacky @ 10:56 pm

amorizadenotop.JPG

Hoje estou em primeiro lugar do top do wordpress. Sei que muitas das visitas que este blogue tem se devem a pesquisas, mas também sei que tenho visitantes assíduos, que chegam aqui todos os dias para lerem as minhas palavras, pessoas com as quais se tecem redes de afecto. Sei que nem sempre correspondo às expectativas, que às vezes me esqueço de responder aos comentários, que nem sempre dou seguimento às coisas e mesmo assim continuam a ler-me. Muito obrigada pela amorizade com que me brindam todos os dias!

mapadeamorizade.JPG

 

Em dia de humor negro… 02/11/2006

Arquivado em: amizade — jacky @ 2:54 pm

image5.jpg

 

Abraços grátis 17/10/2006

Arquivado em: amizade, amor — jacky @ 11:09 pm

Juan Mann é um rapaz de 22 anos que decidiu dar abraços de borla às pessoas que passavam numa rua de Sydney (Australia). Só queria em troca um sorriso ou fazer rir as pessoas. Foi proibido e conseguiu 10 mil assinaturas para voltar a abraçar as pessoas sem censura. Não quer números de telefone, nem encontros, apenas fazer as pessoas felizes. Achei esta história deliciosa (obrigada pelo link JK)!

Para ver o video, carrega no play mais que uma vez e vê até ao fim! Mais notícias aqui e aqui

Será que funcionava aqui em Portugal? Está-se mesmo a ver as reacções dos machos latinos, se me lembrasse de ir dar abraços grátis nas ruas do Porto:

- Ó boua, abraços de borla? Anda cá, carago! Também posso apalpar uma mama? :lol: (pronto, estava a brincar…)

 

 

Os amigos são para as ocasiões! 26/09/2006

Arquivado em: amizade — jacky @ 7:32 pm

Nos próximos dias, não sei se vou estar muito por aqui. A partir de hoje, a minha melhor amiga precisa de apoio e eu vou estar mais tempo com ela porque os amigos são para as ocasiões… Beijinhos

 

Amizade é… (8) 19/09/2006

Arquivado em: amizade — jacky @ 10:57 am

D-Williford

… é conhecer como ninguém a tua beleza interior…

 

Amizade é… (7) 19/09/2006

Arquivado em: amizade — jacky @ 9:57 am

Warwick-Goble

…é ir contigo às compras e ajudar-te a vestir quando o que me apetecia, era ficar em casa…